{"id":850,"date":"2026-01-15T14:28:34","date_gmt":"2026-01-15T14:28:34","guid":{"rendered":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/2026\/01\/15\/ibge-preve-safra-recorde-de-346-milhoes-de-toneladas-em-2025-2\/"},"modified":"2026-01-15T14:28:34","modified_gmt":"2026-01-15T14:28:34","slug":"ibge-preve-safra-recorde-de-346-milhoes-de-toneladas-em-2025-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/2026\/01\/15\/ibge-preve-safra-recorde-de-346-milhoes-de-toneladas-em-2025-2\/","title":{"rendered":"IBGE prev\u00ea safra recorde de 346 milh\u00f5es de toneladas em 2025"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<p>O resultado representa um aumento de 18,2% em rela\u00e7\u00e3o a 2024; A previs\u00e3o \u00e9 de que em 2026, a produ\u00e7\u00e3o seja menor<\/p>\n<div wp_automatic_readability=\"128.3322012967\">\n<div class=\"post_image\"><span class=\"image_fonte\">Dirceu Portugal\/Fotorena\/Estad\u00e3o Conte\u00fado21\/02\/2022 &#8211;<br \/>\n<\/span><picture><source media=\"(max-width: 799px)\" srcset=\"https:\/\/jpimg.com.br\/uploads\/2022\/03\/fta20220221170.jpg\"><source media=\"(min-width: 800px)\" srcset=\"https:\/\/jpimg.com.br\/uploads\/2022\/03\/fta20220221170.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"img-responsive type:primaryImage\" src=\"https:\/\/jpimg.com.br\/uploads\/2022\/03\/fta20220221170.jpg\" alt=\"Trator realiza colheita de soja em propriedade rural\" id=\"zoom-img\"><br \/>\n                                        <\/source><\/source><\/picture><span class=\"image_credits\">Os dados s\u00e3o da estimativa calculada em dezembro de 2025, divulgada nesta quinta-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE)<br \/><\/span><\/div>\n<p><?xml encoding=\"UTF-8\"???><\/p>\n<p>O Brasil dever\u00e1 fechar 2025 com <strong><a href=\"http:\/\/jovempan.com.br\/tag\/safra\">safra<\/a> <\/strong>recorde de 346,1 milh\u00f5es de toneladas de cereais, leguminosas e oleaginosas. O resultado representa um aumento de 18,2% em rela\u00e7\u00e3o a 2024 (292,7 milh\u00f5es de toneladas).<\/p>\n<p>Os dados s\u00e3o da estimativa calculada em dezembro de 2025, divulgada nesta quinta-feira (15) pelo <strong><a href=\"http:\/\/jovempan.com.br\/tag\/ibge\">Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE).<\/a><\/strong><\/p>\n<p>A previs\u00e3o \u00e9 de que em 2026, a produ\u00e7\u00e3o seja menor. Segundo estimativas do IBGE, a safra brasileira em 2026 deve somar 339,8 milh\u00f5es de toneladas, decl\u00ednio de 1,8% em rela\u00e7\u00e3o a 2025 ou 6,3 milh\u00f5es de toneladas.<\/p>\n<p>Para a safra 2026, o IBGE informou que est\u00e1 incluindo a canola e o gergelim, produtos que v\u00eam ganhando import\u00e2ncia na safra de cereais, leguminosas e oleaginosas nos \u00faltimos anos, muito embora ainda tenham seu cultivo limitado a poucas unidades da federa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h3><strong>Recorde<\/strong><\/h3>\n<p>Para 2025, o IBGE prev\u00ea recorde da s\u00e9rie hist\u00f3rica. O arroz, o milho e a soja s\u00e3o os tr\u00eas principais produtos deste grupo que, somados, representaram 92,7% da estimativa da produ\u00e7\u00e3o e respondem por 87,9% da \u00e1rea a ser colhida.<\/p>\n<p>Para a soja, a estimativa de produ\u00e7\u00e3o foi de 166,1 milh\u00f5es de toneladas, novo recorde da s\u00e9rie hist\u00f3rica, que representa alta de 14,6% em rela\u00e7\u00e3o a 2024. Para o milho, a estimativa tamb\u00e9m foi recorde,141,7 milh\u00f5es de toneladas (crescimento de 23,6%).<\/p>\n<p>Outro recorde se refere \u00e0 produ\u00e7\u00e3o do algod\u00e3o herb\u00e1ceo em caro\u00e7o, que chegou a 9,9 milh\u00f5es de toneladas, um acr\u00e9scimo de 11,4% em rela\u00e7\u00e3o a 2024.<\/p>\n<p>J\u00e1 a produ\u00e7\u00e3o do arroz em casca foi estimada em 12,7 milh\u00f5es de toneladas (alta de 19,4%); a do trigo, em 7,8 milh\u00f5es de toneladas (3,7% a mais que em 2024), e a do sorgo foi de 5,4 milh\u00f5es de toneladas (35,5% a mais).<\/p>\n<h3><strong>Previs\u00e3o para 2026<\/strong><\/h3>\n<p>O progn\u00f3stico para 2026 divulgado nesta quinta foi o terceiro. Apesar de estimar uma produ\u00e7\u00e3o em 2026 menor que em 2025, a previs\u00e3o foi maior do que a do \u00faltimo progn\u00f3stico, divulgado em dezembro de 2024, pelo IBGE.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o ao segundo progn\u00f3stico, houve crescimento de 4,2 milh\u00f5es de toneladas \u2013 alta de 1,2% na previs\u00e3o para este ano.<\/p>\n<p>De acordo com o IBGE, o decl\u00ednio da produ\u00e7\u00e3o de 2026 em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 safra 2025 deve-se, principalmente, \u00e0 menor estimativa para o milho (-6% ou -8,5 milh\u00f5es de toneladas), para o sorgo (-13% ou -700,2 mil toneladas), para o arroz (-8% ou -1 milh\u00e3o de toneladas), para o algod\u00e3o herb\u00e1ceo em caro\u00e7o (-10,5% ou -632,7 mil toneladas) e para o trigo (-1,6% ou -128,4 mil toneladas).<\/p>\n<p>J\u00e1 para a soja, o IBGE estima um crescimento de 2,5% ou 4,2 milh\u00f5es de toneladas. A produ\u00e7\u00e3o do feij\u00e3o tamb\u00e9m deve crescer 3,1% na primeira safra, chegando a 30,1 mil toneladas.<\/p>\n<p><em>*Com Ag\u00eancia Brasil\u00a0<\/em><\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><script async src=\"https:\/\/connect.facebook.net\/pt_BR\/all.js#xfbml=1\"><\/script><br \/>\n<br \/><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/jovempan.com.br\/noticias\/economia\/ibge-preve-safra-recorde-de-346-milhoes-de-toneladas-em-2025.html\">Fonte: Jovem Pan <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O resultado representa um aumento de 18,2% em rela\u00e7\u00e3o a 2024; A previs\u00e3o \u00e9 de que em 2026, a produ\u00e7\u00e3o seja menor Dirceu Portugal\/Fotorena\/Estad\u00e3o Conte\u00fado21\/02\/2022 &#8211; Os dados s\u00e3o da estimativa calculada em dezembro de 2025, divulgada nesta quinta-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) O Brasil dever\u00e1 fechar 2025 com safra [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":851,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"https:\/\/jpimg.com.br\/uploads\/2022\/03\/fta20220221170.jpg","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":{"0":"post-850","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-noticias"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/850","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=850"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/850\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/851"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=850"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=850"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=850"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}