{"id":659,"date":"2026-01-03T00:32:29","date_gmt":"2026-01-03T00:32:29","guid":{"rendered":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/2026\/01\/03\/serasa-inadimplencia-alcanca-recorde-de-87-mi-de-empresas-brasileiras-somando-r-2048-bi\/"},"modified":"2026-01-03T00:32:29","modified_gmt":"2026-01-03T00:32:29","slug":"serasa-inadimplencia-alcanca-recorde-de-87-mi-de-empresas-brasileiras-somando-r-2048-bi","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/2026\/01\/03\/serasa-inadimplencia-alcanca-recorde-de-87-mi-de-empresas-brasileiras-somando-r-2048-bi\/","title":{"rendered":"Serasa: inadimpl\u00eancia alcan\u00e7a recorde de 8,7 mi de empresas brasileiras, somando R$ 204,8 bi"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div wp_automatic_readability=\"113\">\n<div class=\"post_image\"><span class=\"image_fonte\">Divulga\u00e7\u00e3o\/Serasa<\/span><picture><source media=\"(max-width: 799px)\" srcset=\"https:\/\/jpimg.com.br\/uploads\/2024\/01\/serasa-345x207.jpg\"><source media=\"(min-width: 800px)\" srcset=\"https:\/\/jpimg.com.br\/uploads\/2024\/01\/serasa-750x450.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"img-responsive type:primaryImage\" src=\"https:\/\/jpimg.com.br\/uploads\/2024\/01\/serasa-750x450.jpg\" alt=\"serasa\" id=\"zoom-img\"\/><br \/>\n                                        <\/source><\/source><\/picture><\/div>\n<p><?xml encoding=\"UTF-8\"???><\/p>\n<p>A inadimpl\u00eancia alcan\u00e7ou 8,7 milh\u00f5es de companhias brasileiras em outubro, recorde da s\u00e9rie hist\u00f3rica iniciada em mar\u00e7o de 2016, totalizando R$ 204,8 bilh\u00f5es em d\u00edvidas, aponta o Indicador de Inadimpl\u00eancia das Empresas da Serasa Experian, compartilhado com exclusividade para o Broadcast, sistema de not\u00edcias em tempo real do Grupo Estado<\/p>\n<p>O indicador \u2013 segmentado por unidade federativa, porte e setor das empresas \u2013 contempla a quantidade de empresas brasileiras que est\u00e3o em situa\u00e7\u00e3o inadimpl\u00eancia, ou seja, possuem pelo menos um compromisso vencido e n\u00e3o pago, apurado no \u00faltimo dia do m\u00eas de refer\u00eancia.<\/p>\n<p>A economista Camila Abdelmalack, da Serasa Experian, avalia que a desacelera\u00e7\u00e3o na concess\u00e3o de cr\u00e9dito tem limitado a capacidade das empresas de renegociar d\u00edvidas e reorganizar suas obriga\u00e7\u00f5es financeiras, aumentando a press\u00e3o sobre o caixa. \u201cParalelamente, o esfriamento da atividade econ\u00f4mica reduz a gera\u00e7\u00e3o de receita, criando um cen\u00e1rio desafiador para a manuten\u00e7\u00e3o da liquidez e para a sustentabilidade das opera\u00e7\u00f5es, especialmente entre micro e pequenas empresas\u201d, acrescenta.<\/p>\n<p>A d\u00edvida m\u00e9dia das companhias em outubro de 2025 foi de R$ 23 658,74 e cada neg\u00f3cio inadimplente acumulou, em m\u00e9dia, 7,1 contas em atraso, entre as quais o ticket m\u00e9dio por compromisso vencido foi de R$ 3.329,5.<\/p>\n<p>Do total de empresas inadimplidas em outubro de 2025, 54,9% eram do setor de Servi\u00e7os; 33%, Com\u00e9rcio; 8%, Ind\u00fastria; 3,1% a Outros; e 0,9% ao segmento Prim\u00e1rio.<\/p>\n<p>J\u00e1 em rela\u00e7\u00e3o aos setores das d\u00edvidas negativadas no per\u00edodo, o maior volume de negativa\u00e7\u00f5es ficou em Servi\u00e7os (32,2%), seguido por Bancos e Cart\u00f5es (19,3%).<\/p>\n<p>Do total de 8,7 milh\u00f5es de companhias inadimplentes em outubro de 2025, a maioria (8,2 milh\u00f5es) eram Micro, Pequenas e M\u00e9dias empresas, concentrando, juntas, o volume de 56,8 milh\u00f5es de d\u00edvidas negativadas e somando R$ 184,6 bilh\u00f5es em contas inadimplidas. \u201cAs Micro, Pequenas e M\u00e9dias Empresas sentem mais rapidamente os impactos dos juros altos e das incertezas do cen\u00e1rio internacional\u201d, comenta Camila. J\u00e1 as companhias maiores t\u00eam mais estrutura para honrar as suas d\u00edvidas, mesmo com o giro de capital impactado pela retra\u00e7\u00e3o diante dos desafios atuais do cen\u00e1rio econ\u00f4mico brasileiro.<\/p>\n<p>Os Estados do Sudeste concentraram o maior volume de CNPJs inadimplidos (mais de 4,6 milh\u00f5es), seguidos pelo Sul (mais de 1,4 milh\u00e3o) e do Nordeste (mais de 1,3 milh\u00e3o). O Centro-Oeste (755 mil) e o Norte (516 mil) foram os com menor volume de companhias no vermelho.<\/p>\n<p>*Estad\u00e3o Conte\u00fado<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><script async src=\"https:\/\/connect.facebook.net\/pt_BR\/all.js#xfbml=1\"><\/script><br \/>\n<br \/><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/jovempan.com.br\/noticias\/economia\/serasa-inadimplencia-alcanca-recorde-de-87-mi-de-empresas-brasileiras-somando-r-2048-bi.html\">Source link <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Divulga\u00e7\u00e3o\/Serasa A inadimpl\u00eancia alcan\u00e7ou 8,7 milh\u00f5es de companhias brasileiras em outubro, recorde da s\u00e9rie hist\u00f3rica iniciada em mar\u00e7o de 2016, totalizando R$ 204,8 bilh\u00f5es em d\u00edvidas, aponta o Indicador de Inadimpl\u00eancia das Empresas da Serasa Experian, compartilhado com exclusividade para o Broadcast, sistema de not\u00edcias em tempo real do Grupo Estado O indicador \u2013 segmentado [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":660,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"https:\/\/jpimg.com.br\/uploads\/2024\/01\/serasa.jpg","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":{"0":"post-659","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-noticias"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/659","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=659"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/659\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/660"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=659"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=659"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=659"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}