{"id":545,"date":"2026-01-02T18:30:31","date_gmt":"2026-01-02T18:30:31","guid":{"rendered":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/2026\/01\/02\/mercado-reduz-projecao-da-inflacao-de-2025-para-433\/"},"modified":"2026-01-02T18:30:31","modified_gmt":"2026-01-02T18:30:31","slug":"mercado-reduz-projecao-da-inflacao-de-2025-para-433","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/2026\/01\/02\/mercado-reduz-projecao-da-inflacao-de-2025-para-433\/","title":{"rendered":"Mercado reduz proje\u00e7\u00e3o da infla\u00e7\u00e3o de 2025 para 4,33%"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<p>Pesquisa semanal do Banco Central aponta sexta queda seguida na estimativa de pre\u00e7os e eleva levemente a expectativa de crescimento da economia para este ano<\/p>\n<div wp_automatic_readability=\"157.56506024096\">\n<div class=\"post_image\"><span class=\"image_fonte\">Jos\u00e9 Cruz\/Ag\u00eancia Brasil<br \/>\n<\/span><picture><source media=\"(max-width: 799px)\" srcset=\"https:\/\/jpimg.com.br\/uploads\/2025\/11\/imagem-jvp-14-2-345x207.png\"><source media=\"(min-width: 800px)\" srcset=\"https:\/\/jpimg.com.br\/uploads\/2025\/11\/imagem-jvp-14-2-750x450.png\"><img decoding=\"async\" class=\"img-responsive type:primaryImage\" src=\"https:\/\/jpimg.com.br\/uploads\/2025\/11\/imagem-jvp-14-2-750x450.png\" alt=\"Mercado reduz previs\u00e3o da infla\u00e7\u00e3o para 4,46%, abaixo do teto da meta\" id=\"zoom-img\"\/><br \/>\n                                        <\/source><\/source><\/picture><span class=\"image_credits\">Mercado reduz proje\u00e7\u00e3o da infla\u00e7\u00e3o de 2025 para 4,33%<br \/><\/span><\/div>\n<p><?xml encoding=\"UTF-8\"???><\/p>\n<p>A previs\u00e3o do mercado financeiro para o \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (<a href=\"http:\/\/jovempan.com.br\/tag\/ipca\"><strong>IPCA<\/strong><\/a>), refer\u00eancia oficial da <a href=\"http:\/\/jovempan.com.br\/tag\/inflacao\"><strong>infla\u00e7\u00e3o<\/strong><\/a> no pa\u00eds, em 2025 diminuiu de 4,36% para 4,33%. A estimativa foi publicada nesta segunda-feira (22) pelo boletim Focus, pesquisa divulgada semanalmente pelo <a href=\"http:\/\/jovempan.com.br\/tag\/banco-central\"><strong>Banco Central<\/strong><\/a> (BC) com a expectativa de institui\u00e7\u00f5es financeiras para os principais indicadores econ\u00f4micos.<\/p>\n<p>Para 2026, a proje\u00e7\u00e3o da infla\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m caiu, de 4,1% para 4,06%. Para 2027 e 2028, as previs\u00f5es s\u00e3o de 3,8% e 3,5%, respectivamente.<\/p>\n<p>Pela sexta semana seguida, a previs\u00e3o para a infla\u00e7\u00e3o de 2025 foi reduzida, alcan\u00e7ando o intervalo da meta para a varia\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monet\u00e1rio Nacional (CMN), a meta \u00e9 de 3%, com intervalo de toler\u00e2ncia de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior \u00e9 1,5%, e o superior, 4,5%.<\/p>\n<p>Em novembro, a alta no pre\u00e7o das passagens a\u00e9reas fez a infla\u00e7\u00e3o chegar a 0,18%. Em outubro, o IPCA havia sido de 0,09%. Com o resultado, a infla\u00e7\u00e3o acumulada em 12 meses \u00e9 4,46%, dentro da meta do CMN.<\/p>\n<h3><strong>Taxa Selic<\/strong><\/h3>\n<p>Para alcan\u00e7ar a meta de infla\u00e7\u00e3o, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa b\u00e1sica de juros (taxa <a href=\"http:\/\/jovempan.com.br\/tag\/selic\"><strong>Selic<\/strong><\/a>), definida atualmente em 15% ao ano pelo Comit\u00ea de Pol\u00edtica Monet\u00e1ria (Copom) do BC.<\/p>\n<p>O recuo da infla\u00e7\u00e3o e a desacelera\u00e7\u00e3o da economia levaram \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o da Selic pela quarta vez seguida, na \u00faltima reuni\u00e3o do ano, no in\u00edcio deste m\u00eas.<\/p>\n<p>O colegiado n\u00e3o deu pistas de quando deve come\u00e7ar a cortar os juros. Em comunicado, o BC informou que o cen\u00e1rio atual est\u00e1 marcado por grande incerteza, que exige cautela na pol\u00edtica monet\u00e1ria, e que a estrat\u00e9gia da institui\u00e7\u00e3o \u00e9 manter a Selic neste patamar por bastante tempo.<\/p>\n<p>A taxa b\u00e1sica de juros est\u00e1 no maior n\u00edvel desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano. Ap\u00f3s chegar a 10,5% ao ano em maio do ano passado, a taxa come\u00e7ou a ser elevada em setembro de 2024. A Selic chegou a 15% ao ano na reuni\u00e3o de junho, sendo mantida nesse n\u00edvel desde ent\u00e3o.<\/p>\n<p>A estimativa dos analistas de mercado \u00e9 que a taxa b\u00e1sica caia para 12,25% ao ano at\u00e9 o final de 2026. Para 2027 e 2028, a previs\u00e3o \u00e9 que a Selic seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 9,75% ao ano, respectivamente.<\/p>\n<p>Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade \u00e9 conter a demanda aquecida; isso causa reflexos nos pre\u00e7os, porque os juros mais altos encarecem o cr\u00e9dito e estimulam a poupan\u00e7a. Assim, taxas mais altas tamb\u00e9m podem dificultar a expans\u00e3o da economia. Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimpl\u00eancia, lucro e despesas administrativas.<\/p>\n<p>Quando a Taxa Selic \u00e9 reduzida, a tend\u00eancia \u00e9 que o cr\u00e9dito fique mais barato, com incentivo \u00e0 produ\u00e7\u00e3o e ao consumo, reduzindo o controle sobre a infla\u00e7\u00e3o e estimulando a atividade econ\u00f4mica.<\/p>\n<h3><strong>PIB e c\u00e2mbio<\/strong><\/h3>\n<p>Nesta edi\u00e7\u00e3o do boletim Focus, a estimativa das institui\u00e7\u00f5es financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano passou de 2,25% para 2,26%.<\/p>\n<p>Para 2026, a proje\u00e7\u00e3o para o Produto Interno Bruto (<a href=\"http:\/\/jovempan.com.br\/tag\/pib\"><strong>PIB<\/strong><\/a>, a soma dos bens e servi\u00e7os produzidos no pa\u00eds) ficou em 1,8%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expans\u00e3o do PIB em 1,81% e 2%, respectivamente.<\/p>\n<div class=\"cta-model cta-model2\" name=\"model2\">\n<div class=\"cta-container-general\">\n<div class=\"cta-container-model2\" wp_automatic_readability=\"5.4606741573034\">\n<div class=\"container-image-text\" wp_automatic_readability=\"32\">\n<div class=\"container-img\">\n                    <img decoding=\"async\" id=\"cta-image\" editable=\"true\" name=\"Imagem:\" src=\"https:\/\/s.jpimg.com.br\/wp-content\/plugins\/CTA-posts-selector\/assets\/images\/640_4anos-JPNews.jpg\" alt=\"cta_logo_jp\"\/>\n                <\/div>\n<p>\n                    <span id=\"cta-text\" editable=\"true\" name=\"Conte\u00fado:\">Siga o canal da Jovem Pan News e receba as principais not\u00edcias no seu WhatsApp!<\/span>\n                <\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>Puxada pelas expans\u00f5es dos servi\u00e7os e da ind\u00fastria no segundo trimestre deste ano, a economia brasileira cresceu 0,4%. Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expans\u00e3o desde 2021, quando o PIB alcan\u00e7ou 4,8%.<\/p>\n<p>A previs\u00e3o da cota\u00e7\u00e3o do <a href=\"http:\/\/jovempan.com.br\/tag\/dolar\"><strong>d\u00f3lar<\/strong><\/a> est\u00e1 em R$ 5,43 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,50.<\/p>\n<p><em>*Com informa\u00e7\u00f5es da Ag\u00eancia Brasil<br \/><\/em><em>Publicado por N\u00edcolas Robert<\/em><\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><script async src=\"https:\/\/connect.facebook.net\/pt_BR\/all.js#xfbml=1\"><\/script><br \/>\n<br \/><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/jovempan.com.br\/noticias\/economia\/mercado-reduz-projecao-da-inflacao-de-2025-para-433.html\">Source link <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisa semanal do Banco Central aponta sexta queda seguida na estimativa de pre\u00e7os e eleva levemente a expectativa de crescimento da economia para este ano Jos\u00e9 Cruz\/Ag\u00eancia Brasil Mercado reduz proje\u00e7\u00e3o da infla\u00e7\u00e3o de 2025 para 4,33% A previs\u00e3o do mercado financeiro para o \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA), refer\u00eancia oficial da [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":546,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"https:\/\/jpimg.com.br\/uploads\/2025\/11\/imagem-jvp-14-2.png","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":{"0":"post-545","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-noticias"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/545","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=545"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/545\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/546"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=545"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=545"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=545"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}