{"id":4043,"date":"2026-06-21T16:40:08","date_gmt":"2026-06-21T16:40:08","guid":{"rendered":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/2026\/06\/21\/a-estrategia-da-nuvemshop-para-fortalecer-marcas-independentes\/"},"modified":"2026-06-21T16:40:08","modified_gmt":"2026-06-21T16:40:08","slug":"a-estrategia-da-nuvemshop-para-fortalecer-marcas-independentes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/2026\/06\/21\/a-estrategia-da-nuvemshop-para-fortalecer-marcas-independentes\/","title":{"rendered":"a estrat\u00e9gia da Nuvemshop para fortalecer marcas independentes"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div id=\"\">\n<p>Enquanto gigantes de diversos setores \u2014 de varejistas a farm\u00e1cias \u2014 correm para se tornar marketplaces, a Nuvemshop segue um caminho distinto: o de fortalecer a marca pr\u00f3pria do lojista. <\/p>\n<p>Para Alejandro V\u00e1zquez, cofundador da empresa, a depend\u00eancia excessiva de um \u00fanico canal de vendas \u00e9 o maior risco que um empreendedor pode correr. \u201cSe o marketplace representa 80% da sua receita, uma mudan\u00e7a de algoritmo pode matar seu neg\u00f3cio\u201d, afirma V\u00e1zquez, em entrevista ao <strong>InfoMoney<\/strong>. <\/p>\n<p>Para isso, a estrat\u00e9gia da companhia \u00e9 oferecer uma plataforma hol\u00edstica que integra e-commerce, lojas f\u00edsicas e marketplaces, devolvendo ao lojista o controle sobre seus dados, seu estoque e, principalmente, seu relacionamento com o consumidor final.<\/p>\n<div class=\"cta-middle\">\n<div class=\"im-cta\">\n<div class=\"max-w-2xl mx-auto space-y-4 px-6 xl:px-0 my-10\">\n<section class=\"border-8 border-blue-50 rounded-lg py-6\">\n<div class=\"px-6\">\n<div class=\"flex gap-4 max-w-md mx-auto\">\n<h2 class=\"text-xs uppercase text-wl-neutral-500\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\tEstude no exterior\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/h2>\n<h3 class=\"text-2xl text-neutral-950 font-im-serif font-bold text-wl-neutral-950\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\tFa\u00e7a um upgrade na carreira!\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/h3>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div class=\"my-6\">\n\t\t\t\t\t\t<img decoding=\"async\" class=\"w-full h-full object-cover\" src=\"https:\/\/www.infomoney.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Image-2026-05-11T095430.812.jpg?fit=900%2C300&amp;quality=70&amp;strip=all\" alt=\"\">\n\t\t\t\t\t<\/div>\n<\/section><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/div>\n<p>Essa vis\u00e3o de longo prazo tem sustentado o crescimento da Nuvemshop, que hoje processa cerca de 2% do e-commerce brasileiro e 5% do argentino. Com uma estrutura de capital s\u00f3lida, fruto de rodadas de investimento robustas em 2021, a empresa tem focado seus esfor\u00e7os em lucratividade e efici\u00eancia, ajudando marcas de todos os tamanhos, das pequenas nativas digitais \u00e0s grandes redes com faturamentos milion\u00e1rios, a otimizarem suas margens em um cen\u00e1rio econ\u00f4mico desafiador.<\/p>\n<p>Nesta entrevista, V\u00e1zquez discute os pilares que sustentam essa ambi\u00e7\u00e3o: log\u00edstica integrada, meios de pagamento propriet\u00e1rios e a promo\u00e7\u00e3o ativa do modelo D2C (direct to customer). Ele tamb\u00e9m aborda o futuro da companhia, incluindo a vis\u00e3o sobre um eventual IPO no m\u00e9dio prazo e o objetivo de alcan\u00e7ar 1 milh\u00e3o de clientes e processar 10% do e-commerce da Am\u00e9rica Latina. Confira, abaixo, a entrevista editada.<\/p>\n<p><strong>InfoMoney: Voc\u00ea \u00e9 um dos fundadores da empresa. Como foi o in\u00edcio da empresa, na Argentina?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Alejandro V\u00e1zquez:<\/strong> Cinco fundaram a companhia h\u00e1 quase 20 anos, mas dois sa\u00edram, em momentos diferentes, por quest\u00f5es pessoais. Nossa hist\u00f3ria come\u00e7ou em 2008, na universidade. Meus s\u00f3cios estudavam Engenharia, Inform\u00e1tica ou Neg\u00f3cios e Sistemas e precisavam fazer um est\u00e1gio. Em vez disso, perguntaram \u00e0 coordena\u00e7\u00e3o se podiam come\u00e7ar um projeto do zero, com base tecnol\u00f3gica. Naquela \u00e9poca, o e-commerce representava menos de 1% das vendas do varejo e havia muita desconfian\u00e7a para comprar online. Pensamos em criar um marketplace que conectasse as m\u00eddias sociais (Facebook, Twitter, Orkut) para tornar o com\u00e9rcio mais seguro.<\/p>\n<p>N\u00e3o encontramos o modelo de neg\u00f3cio certo para aquele marketplace, mas descobrimos algo maior: existiam muitas marcas de moda, acess\u00f3rios e beleza que tentavam ter um e-commerce, mas sofriam ao contratar web designers e desenvolvedores. Era caro, demorado e n\u00e3o tinham autonomia. Entendemos que essas pessoas buscavam uma forma simples de vender online e direto para o consumidor, sem intermedi\u00e1rios. Entre 2010 e 2011, pivotamos para criar uma plataforma suficientemente simples para que qualquer pessoa, sem conhecimentos t\u00e9cnicos, pudesse montar um e-commerce por um valor acess\u00edvel. <\/p>\n<p><strong>IM<em>:<\/em> A busca de voc\u00eas era por clientes que ainda n\u00e3o estavam na internet. <\/strong><\/p>\n<div data-ds-component=\"ad\" data-ad-type=\"RETANGULO_BF\" class=\"max-w-2xl [&amp;_iframe]:mx-auto z-0 bg-wl-neutral-50 text-xs leading-4 py-4 px-14 text-center text-wl-neutral-500 mx-auto mb-6 xl:px-0 justify-center min-h-[320px]\">\n<p class=\"py-2\">Continua depois da publicidade<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><strong>AV:<\/strong> Exato. Come\u00e7amos na Argentina em 2011, tocando porta a porta para validar a ideia e a maioria n\u00e3o vendia pela internet. Os que vendiam, faziam isso em marketplaces ou come\u00e7ando em redes sociais, mas n\u00e3o existia Instagram ou WhatsApp. <\/p>\n<p>Participamos de programas da Intel e do Governo de Buenos Aires, o que nos abriu portas para investidores. Captamos uma rodada de investimento anjo de US$ 300 mil  no final de 2011 com pessoas que entendiam do mercado, incluindo um dos fundadores da OLX.<\/p>\n<p><strong>IM<em>:<\/em> O neg\u00f3cio come\u00e7ou na Argentina, mas voc\u00eas, hoje, se consideram uma empresa brasileira. Como foi essa mudan\u00e7a? <\/strong><\/p>\n<div data-ds-component=\"ad\" data-ad-type=\"RETANGULO_BF\" class=\"max-w-2xl [&amp;_iframe]:mx-auto z-0 bg-wl-neutral-50 text-xs leading-4 py-4 px-14 text-center text-wl-neutral-500 mx-auto mb-6 xl:px-0 justify-center min-h-[320px]\">\n<p class=\"py-2\">Continua depois da publicidade<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><strong>AV:<\/strong> Com uma mistura de ambi\u00e7\u00e3o e ingenuidade, olhamos para o Brasil como o lugar onde dev\u00edamos desenvolver a Nuvemshop. A Argentina \u00e9 um mercado bom, por\u00e9m pequeno. Precis\u00e1vamos de escala. Em 2012, logo ap\u00f3s a rodada de investimentos, come\u00e7amos a opera\u00e7\u00e3o aqui. Fomos em um evento de e-commerce e sa\u00edmos para falar com os lojistas e entender como vendiam e se teriam interesse em vender online \u2014 e falando um portugu\u00eas muito pior que o de hoje.<\/p>\n<p>T\u00ednhamos essa convic\u00e7\u00e3o de que precis\u00e1vamos construir algo na escala da Am\u00e9rica Latina e o Brasil estava muito evolu\u00eddo em termos de e-commerce. Vimos o tamanho da oportunidade e decidimos vir. Foi como montar tudo do zero, at\u00e9 o nome. Para os pa\u00edses que falam espanhol, somos Tienda Nube; aqui, Nuvemshop. De 2011 at\u00e9 2020, focamos apenas em ser uma plataforma de e-commerce.<\/p>\n<p>Nascemos na Argentina, mas, hoje, nos consideramos uma companhia brasileira que opera em outras geografias da Am\u00e9rica Latina, como Col\u00f4mbia, Chile, M\u00e9xico e Argentina. <\/p>\n<div data-ds-component=\"ad\" data-ad-type=\"RETANGULO_BF\" class=\"max-w-2xl [&amp;_iframe]:mx-auto z-0 bg-wl-neutral-50 text-xs leading-4 py-4 px-14 text-center text-wl-neutral-500 mx-auto mb-6 xl:px-0 justify-center min-h-[320px]\">\n<p class=\"py-2\">Continua depois da publicidade<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><strong>IM: Hoje, a maior parte da equipe fica no Brasil? Como \u00e9 a distribui\u00e7\u00e3o de funcion\u00e1rios?<\/strong><\/p>\n<p><strong>AV:<\/strong> Das 1.500 pessoas que trabalham conosco, mais de 1.000 estamos no Brasil. Eu acabei de voltar para Buenos Aires, mas eu morei aqui no Brasil 12 anos. Boa parte da lideran\u00e7a \u00e9 brasileira. Nos esfor\u00e7amos para isso. <\/p>\n<p><strong>IM: Quando chegou a pandemia, a Nuvemshop j\u00e1 tinha um tamanho relevante, mas voc\u00eas viveram um momento de crescimento muito forte. Como foi absorver a demanda crescente e ajustar a equipe enquanto o n\u00famero de clientes se multiplicava?<\/strong> <\/p>\n<div data-ds-component=\"ad\" data-ad-type=\"RETANGULO_BF\" class=\"max-w-2xl [&amp;_iframe]:mx-auto z-0 bg-wl-neutral-50 text-xs leading-4 py-4 px-14 text-center text-wl-neutral-500 mx-auto mb-6 xl:px-0 justify-center min-h-[320px]\">\n<p class=\"py-2\">Continua depois da publicidade<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><strong>AV: <\/strong>Foi um momento muito complexo. J\u00e1 t\u00ednhamos mais de 30 mil clientes, \u00e9ramos um time de quase 200 pessoas, e hav\u00edamos feito v\u00e1rias capta\u00e7\u00f5es de investimento. Isso nos permitiu investir de maneira muito agressiva em produto, em tecnologia, em servi\u00e7o e em marca. Quando chega a pandemia, hist\u00f3ria que todos conhecemos, o e-commerce virou a salva\u00e7\u00e3o para muitas marcas do mundo f\u00edsico que fecharam as portas e precisaram sobreviver. E, nesse contexto, a procura pelos nossos servi\u00e7os disparou. E n\u00e3o apenas para pequenas marcas, mas tamb\u00e9m para grandes companhias. <\/p>\n<p>Com isso, passamos de 30 mil a 70 mil clientes em apenas um ano. \u00c9ramos 180 pessoas antes da pandemia, passamos para 400 no mesmo ano e, no final de 2021, j\u00e1 \u00e9ramos 800. Foi um crescimento muito agressivo. Em 2021, fechamos duas rodadas de investimento: uma de US$ 90 milh\u00f5es e outra de US$ 500 milh\u00f5es, com fundos como Tiger, Insight e Accel, al\u00e9m da Kaszek, que j\u00e1 havia investido em 2014. Foi uma das maiores rodadas da Am\u00e9rica Latina.   <\/p>\n<p>Isso nos permitiu investir nas grandes dores do varejo brasileiro: log\u00edstica, experi\u00eancia de pagamento e atendimento. Lan\u00e7amos o Nuvem Envio para baixar custos e o Nuvem Pago, que oferece checkout de um clique (one tap), salvando dados do consumidor para toda a rede. <\/p>\n<p>Parece tudo muito bom, mas operacionalmente foi um caos, porque todo dia era como um Black Friday. Foi um desafio t\u00e9cnico muito grande. <\/p>\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m:<\/strong> <a href=\"https:\/\/www.infomoney.com.br\/business\/a-brasileira-que-processou-o-governo-americano-e-criou-uma-empresa-de-us-22-bi\/\">A brasileira que processou o governo americano e criou uma empresa de US$ 22 bi<\/a><\/p>\n<p><strong>IM: Quais s\u00e3o as particularidades do e-commerce no Brasil e na Am\u00e9rica Latina?<\/strong> <\/p>\n<p><strong>AV:<\/strong> H\u00e1 um ponto de diferen\u00e7a que n\u00e3o \u00e9 apenas do Brasil, mas da Am\u00e9rica Latina, com rela\u00e7\u00e3o ao com\u00e9rcio eletr\u00f4nico dos Estados Unidos ou da Europa: o conceito de conversational commerce. <\/p>\n<p>O dado que sempre me choca \u00e9 que 70% das vendas online t\u00eam algum tipo de intera\u00e7\u00e3o com a marca em algum momento da jornada de compra, no Brasil e na Am\u00e9rica Latina. Isso significa que, n\u00f3s, como consumidores, interagimos com a marca ou no WhatsApp, ou no Instagram, ou no e-mail, o canal na verdade, de alguma forma, antes de realizar a compra, seja para tirar d\u00favida ou para avaliar as possibilidades. <\/p>\n<p>N\u00f3s queremos conversar com as marcas. E se a marca n\u00e3o oferece um canal de atendimento f\u00e1cil e \u00e1gil, fica fora do jogo. N\u00e3o \u00e9 na toa que os marketplaces tamb\u00e9m avaliam n\u00e3o s\u00f3 o tempo de entrega, mas o qu\u00e3o r\u00e1pido voc\u00ea responde para o consumidor quando uma d\u00favida \u00e9 publicada. Isso impacta direto no posicionamento da marca dentro de um Marketplace. <\/p>\n<p>Esse \u00e9 um dos nossos grandes investimentos. Lan\u00e7amos o Nuvem Chat com IA para Whastapp e Instagram, que fala com o tom de voz da marca e oferece atendimento 24 horas por dia. O cliente pequeno, que n\u00e3o tem um time para responder, perde a venda se n\u00e3o responde a tempo. <\/p>\n<p><strong>IM: Qual \u00e9 o cen\u00e1rio atual da empresa?<\/strong><\/p>\n<p><strong>AV:<\/strong> Hoje, somos a maior plataforma para e-commerce do Brasil e da Am\u00e9rica Latina, com  mais de 180 mil marcas. Nossos maiores clientes chegam, em um m\u00eas, a receber mais de 100 mil pedidos e vender R$ 20 milh\u00f5es s\u00f3 no com\u00e9rcio digital, sem contar a loja f\u00edsica, B2B, e marketplace. <\/p>\n<p>Crescemos 75% no ano passado, muito muito bem capitalizada por esses investimentos de 2021 e com planos de investimento agressivos. Processamos quase 2% do e-commerce no Brasil e 5% na Argentina. Na pr\u00f3xima d\u00e9cada, queremos atingir 1 milh\u00e3o de marcas e processar o 10% do e-commerce total da Am\u00e9rica Latina. <\/p>\n<p>S\u00e3o n\u00fameros que parecem, obviamente, agressivos, mas s\u00e3o poss\u00edveis diante do tamanho do mercado. Hoje, o e-commerce representa o 15% do varejo. Quando come\u00e7amos, era 1%. Houve uma expans\u00e3o, sim, mas ainda \u00e9 muito pouco comparado com a China, onde o n\u00famero est\u00e1 em 50%. <\/p>\n<p>E por outro lado, apenas o 10% das PMEs formais do Brasil tem e-commerce pr\u00f3prio. Nossa miss\u00e3o \u00e9 de realmente potencializar todas essas marcas.<\/p>\n<p><strong>InfoMoney: Muitas empresas est\u00e3o indo no caminho de se tornar marketplaces. Voc\u00eas parecem buscar um caminho contr\u00e1rio. De que forma isso realmente \u00e9 vantajoso para os clientes, uma vez que os marketplaces facilitam o caminho entre vendedores e clientes? <\/strong><\/p>\n<p><strong>AV:<\/strong> N\u00e3o somos um marketplace, nem vamos contra eles. O problema \u00e9 a depend\u00eancia. Se o marketplace representa 80% da sua receita, uma mudan\u00e7a de algoritmo pode matar seu neg\u00f3cio. A marca precisa diversificar e ter o controle do relacionamento e dos dados do cliente. Nossa miss\u00e3o \u00e9 hol\u00edstica: uma plataforma para todos os canais, integrando estoque e cat\u00e1logo.<\/p>\n<p><strong>IM<\/strong>:<strong> Como voc\u00eas olham para o futuro do e-commerce com a intelig\u00eancia artificial?<\/strong><\/p>\n<p><strong>AV:<\/strong> A IA est\u00e1 transformando tudo. Vemos tr\u00eas fases: a Fase 1 \u00e9 o com\u00e9rcio conversacional (WhatsApp), a Fase 2 \u00e9 a nova camada de descoberta via LLMs (ChatGPT, Gemini, Claude) e a Fase 3 \u00e9 o agente personal shopper. Nosso papel \u00e9 permitir que o DNA e o cat\u00e1logo da marca sejam lidos por todos esses canais. Estamos investindo mais de R$ 100 milh\u00f5es em IA este ano, desenvolvendo o \u201cLumi\u201d, um copiloto que ajuda o lojista com insights de neg\u00f3cio, cria\u00e7\u00e3o de conte\u00fado e efici\u00eancia operacional.<\/p>\n<p><strong>IM: Esse investimento vem da capta\u00e7\u00e3o de 2021? Voc\u00eas j\u00e1 est\u00e3o no breakeven?<\/strong><\/p>\n<p><strong>AV:<\/strong> Sim, continuamos bem capitalizados. N\u00e3o temos necessidade de capta\u00e7\u00e3o agora. Investimos acima do breakeven para financiar novas frentes, mas com muita disciplina. No futuro, enxergamos um cen\u00e1rio de IPO, em um prazo de cinco anos, mais ou menos. <\/p>\n<p>Empreender ou manter um neg\u00f3cio crescendo em qualquer parte do mundo \u00e9 dif\u00edcil. Mas no Brasil, e na Am\u00e9rica Latina, sempre tem um pouco mais de vento contra. Nosso papel \u00e9 aumentar as chances de sucesso para as marcas. <\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.infomoney.com.br\/web-stories\/calculadora-clt-x-pj-vale-a-pena\/\" width=\"360\" height=\"600\" allowfullscreen=\"\"><\/iframe>        <\/div>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.infomoney.com.br\/business\/alem-do-marketplace-a-estrategia-da-nuvemshop-para-fortalecer-marcas-independentes\/\">Fonte: Jovem Pan <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Enquanto gigantes de diversos setores \u2014 de varejistas a farm\u00e1cias \u2014 correm para se tornar marketplaces, a Nuvemshop segue um caminho distinto: o de fortalecer a marca pr\u00f3pria do lojista. 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