{"id":2000,"date":"2026-05-29T20:56:12","date_gmt":"2026-05-29T20:56:12","guid":{"rendered":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/2026\/05\/29\/brasil-deve-voltar-a-ser-10a-maior-economia-do-mundo-diz-fmi\/"},"modified":"2026-05-29T20:56:12","modified_gmt":"2026-05-29T20:56:12","slug":"brasil-deve-voltar-a-ser-10a-maior-economia-do-mundo-diz-fmi","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/2026\/05\/29\/brasil-deve-voltar-a-ser-10a-maior-economia-do-mundo-diz-fmi\/","title":{"rendered":"Brasil deve voltar a ser 10\u00aa maior economia do mundo, diz FMI"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<p>Em 2024 e 2025, o pa\u00eds havia ca\u00eddo para a 11\u00aa posi\u00e7\u00e3o, ap\u00f3s ser superado pela R\u00fassia e pelo Canad\u00e1<\/p>\n<div wp_automatic_readability=\"107\">\n<div class=\"post_image\"><span class=\"image_fonte\">EFE\/EPA\/ANNABELLE GORDON<\/span><picture><source media=\"(max-width: 799px)\" srcset=\"https:\/\/jpimg.com.br\/uploads\/2024\/10\/077518cc6f2d7119365e4ce39f064eaa35dc75b2-310x207.jpg\"><source media=\"(min-width: 800px)\" srcset=\"https:\/\/jpimg.com.br\/uploads\/2024\/10\/077518cc6f2d7119365e4ce39f064eaa35dc75b2-675x450.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"img-responsive type:primaryImage\" src=\"https:\/\/jpimg.com.br\/uploads\/2024\/10\/077518cc6f2d7119365e4ce39f064eaa35dc75b2-675x450.jpg\" alt=\"Fundo Monet\u00e1rio Internacional (FMI)\" id=\"zoom-img\"><br \/>\n                                        <\/source><\/source><\/picture><span class=\"image_credits\">A estimativa foi refor\u00e7ada ap\u00f3s o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro crescer 1,1%<br \/><\/span><\/div>\n<p><?xml encoding=\"UTF-8\"???><\/p>\n<p>O<strong> Brasil deve voltar a ocupar a posi\u00e7\u00e3o de 10\u00aa maior economia do mundo em 2026,<\/strong> segundo <strong>proje\u00e7\u00f5es do Fundo Monet\u00e1rio Internacional (FMI)<\/strong> compiladas pela consultoria Austin Ratings a partir de dados de 45 pa\u00edses.<\/p>\n<p>A <strong>estimativa foi refor\u00e7ada ap\u00f3s o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro crescer 1,1%<\/strong> no primeiro trimestre deste ano, desempenho acima do esperado pelo mercado.<\/p>\n<p>O <strong>levantamento mostra que o Brasil deve ultrapassar o Canad\u00e1 no ranking global das maiores economias<\/strong>, medido em d\u00f3lares correntes. Em 2024 e 2025, o pa\u00eds havia ca\u00eddo para a 11\u00aa posi\u00e7\u00e3o, ap\u00f3s ser superado pela R\u00fassia e pelo Canad\u00e1.<\/p>\n<h2>Sexto maior avan\u00e7o<\/h2>\n<p><strong>Entre os 45 pa\u00edses analisados pela Austin Ratings<\/strong>, o Brasil registrou o sexto maior crescimento econ\u00f4mico no primeiro trimestre de 2026 na compara\u00e7\u00e3o com os tr\u00eas meses anteriores.<\/p>\n<p>O desempenho brasileiro ficou atr\u00e1s apenas de Hong Kong, Taiwan, Dinamarca, Coreia do Sul e China. <strong>O avan\u00e7o tamb\u00e9m superou o de economias como Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido e It\u00e1lia<\/strong>.<\/p>\n<p>Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edsticas (IBGE), o <strong>PIB brasileiro cresceu 1,1% de janeiro a mar\u00e7o<\/strong>, impulsionado principalmente pelo setor de servi\u00e7os e pela recupera\u00e7\u00e3o de investimentos.<\/p>\n<h2>Ranking global<\/h2>\n<p>Pelas proje\u00e7\u00f5es do FMI compiladas pela Austin Ratings, as dez maiores economias do mundo em 2026 devem ser:<\/p>\n<ul>\n<li>Estados Unidos: US$ 32,399 trilh\u00f5es<\/li>\n<li>China: US$ 20,863 trilh\u00f5es<\/li>\n<li>Alemanha: US$ 5,455 trilh\u00f5es<\/li>\n<li>Jap\u00e3o: US$ 4,381 trilh\u00f5es<\/li>\n<li>Reino Unido: US$ 4,267 trilh\u00f5es<\/li>\n<li>\u00cdndia: US$ 4,158 trilh\u00f5es<\/li>\n<li>Fran\u00e7a: US$ 3,597 trilh\u00f5es<\/li>\n<li>It\u00e1lia: US$ 2,739 trilh\u00f5es<\/li>\n<li>R\u00fassia: US$ 2,655 trilh\u00f5es<\/li>\n<li>Brasil: US$ 2,637 trilh\u00f5es<\/li>\n<\/ul>\n<p>A diferen\u00e7a entre Brasil e R\u00fassia aparece bastante estreita nas estimativas do FMI.<\/p>\n<h2>Peso do c\u00e2mbio<\/h2>\n<p>O<strong> ranking considera o PIB em d\u00f3lares correntes<\/strong>. Por isso, al\u00e9m do crescimento econ\u00f4mico, a taxa de c\u00e2mbio tamb\u00e9m influencia diretamente a posi\u00e7\u00e3o de cada pa\u00eds.<\/p>\n<p>Quando o real se valoriza frente ao d\u00f3lar, o tamanho da economia brasileira em moeda americana aumenta. O <strong>mesmo ocorreu com a R\u00fassia nos \u00faltimos anos, impulsionada pela valoriza\u00e7\u00e3o do rublo e pela alta do petr\u00f3leo<\/strong>.<\/p>\n<p>Em abril, o FMI revisou recentemente a proje\u00e7\u00e3o de crescimento do Brasil em 2026, de 1,6% para 1,9%. Caso esse ritmo seja mantido, a expectativa \u00e9 de que o pa\u00eds alcance a nona posi\u00e7\u00e3o mundial em 2027, ultrapassando a R\u00fassia.<\/p>\n<h2>PIB per capita<\/h2>\n<p>Apesar da volta ao top 10 global, o<strong> Brasil segue distante das economias mais ricas quando o crit\u00e9rio \u00e9 renda por habitante<\/strong>.<\/p>\n<p>Segundo o FMI, o <strong>PIB per capita brasileiro foi estimado em cerca de US$ 10,685 mil<\/strong> em 2025, bem abaixo de pa\u00edses desenvolvidos e at\u00e9 de economias menores da Europa. No ranking do Fundo Monet\u00e1rio, o Brasil est\u00e1 logo abaixo da Alb\u00e2nia, com PIB per capita de US$ 11,234 no ano passado.<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><script async src=\"https:\/\/connect.facebook.net\/pt_BR\/all.js#xfbml=1\"><\/script><br \/>\n<br \/><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/jovempan.com.br\/noticias\/economia\/brasil-deve-voltar-a-ser-10a-maior-economia-do-mundo-diz-fmi.html\">Fonte: Jovem Pan <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 2024 e 2025, o pa\u00eds havia ca\u00eddo para a 11\u00aa posi\u00e7\u00e3o, ap\u00f3s ser superado pela R\u00fassia e pelo Canad\u00e1 EFE\/EPA\/ANNABELLE GORDON A estimativa foi refor\u00e7ada ap\u00f3s o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro crescer 1,1% O Brasil deve voltar a ocupar a posi\u00e7\u00e3o de 10\u00aa maior economia do mundo em 2026, segundo proje\u00e7\u00f5es do Fundo [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2001,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"https:\/\/jpimg.com.br\/uploads\/2024\/10\/077518cc6f2d7119365e4ce39f064eaa35dc75b2.jpg","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":{"0":"post-2000","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-noticias"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2000","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2000"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2000\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2001"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2000"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2000"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2000"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}