{"id":1998,"date":"2026-05-29T20:21:13","date_gmt":"2026-05-29T20:21:13","guid":{"rendered":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/2026\/05\/29\/gnv-vai-ficar-ate-64-mais-barato-no-rio-a-partir-de-1o-de-junho\/"},"modified":"2026-05-29T20:21:13","modified_gmt":"2026-05-29T20:21:13","slug":"gnv-vai-ficar-ate-64-mais-barato-no-rio-a-partir-de-1o-de-junho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/2026\/05\/29\/gnv-vai-ficar-ate-64-mais-barato-no-rio-a-partir-de-1o-de-junho\/","title":{"rendered":"GNV vai ficar at\u00e9 6,4% mais barato no Rio a partir de 1\u00ba de junho"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o ao g\u00e1s residencial, a redu\u00e7\u00e3o ser\u00e1 de 1,63% na regi\u00e3o metropolitana e de 2,8% nas demais \u00e1reas<\/p>\n<div wp_automatic_readability=\"115\">\n<div class=\"post_image\"><span class=\"image_fonte\">Rovena Rosa\/Ag\u00eancia Brasil<\/span><picture><source media=\"(max-width: 799px)\" srcset=\"https:\/\/jpimg.com.br\/uploads\/2026\/05\/img_5340-345x207.jpg\"><source media=\"(min-width: 800px)\" srcset=\"https:\/\/jpimg.com.br\/uploads\/2026\/05\/img_5340-750x450.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"img-responsive type:primaryImage\" src=\"https:\/\/jpimg.com.br\/uploads\/2026\/05\/img_5340-750x450.jpg\" alt=\"GNV\" id=\"zoom-img\"><br \/>\n                                        <\/source><\/source><\/picture><span class=\"image_credits\">O aumento da produ\u00e7\u00e3o de g\u00e1s no pa\u00eds \u00e9 uma das prioridades defendidas pela presidente da Petrobras, Magda Chambriard<br \/><\/span><\/div>\n<p><?xml encoding=\"UTF-8\"???><\/p>\n<p>O <strong>g\u00e1s natural veicular (GNV) vai ficar at\u00e9 6,4% mais barato<\/strong> no estado do <strong>Rio de Janeiro<\/strong>, a partir da pr\u00f3xima segunda-feira (1\u00ba). Os pre\u00e7os do g\u00e1s de cozinha encanado e do combust\u00edvel para a ind\u00fastria<strong> tamb\u00e9m ser\u00e3o reduzidos<\/strong>.<\/p>\n<p>O al\u00edvio no bolso do consumidor \u00e9 resultado de um acordo entre o governo estadual, a Petrobras \u2500 produtora do g\u00e1s \u2500 e a Naturgy, <strong>concession\u00e1ria de distribui\u00e7\u00e3o de g\u00e1s.<\/strong><\/p>\n<p>Na <strong>regi\u00e3o metropolitana do Rio, a redu\u00e7\u00e3o ser\u00e1 de 6,3%.<\/strong> Nas demais regi\u00f5es do estado, 6,4%. De acordo com estimativa do governo, 1,5 milh\u00e3o de motoristas que usam carro a g\u00e1s ser\u00e3o beneficiados com a diminui\u00e7\u00e3o no pre\u00e7o do GNV.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o ao g\u00e1s residencial, a<strong> redu\u00e7\u00e3o ser\u00e1 de 1,63% na regi\u00e3o metropolitana e de 2,8% nas demais \u00e1reas<\/strong>. O g\u00e1s para a ind\u00fastria <strong>cair\u00e1 5,12% na capital e arredores, e 5,3%<\/strong> no interior do estado e regi\u00f5es mais afastadas.<\/p>\n<p>Os novos pre\u00e7os foram calculados pela Naturgy e aprovados na \u00faltima quarta-feira (27) pela Ag\u00eancia Reguladora de Energia e Saneamento B\u00e1sico do Estado do Rio de Janeiro (Agenersa), \u00f3rg\u00e3o do governo do estado.<\/p>\n<h2>Rio \u00e9 maior produtor<\/h2>\n<p>A<strong> Secretaria de Estado de Energia e Economia do Mar<\/strong> participou das negocia\u00e7\u00f5es com a Petrobras e a concession\u00e1ria para se chegar ao acordo de redu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Para a secretaria, o resultado final \u00e9 \u201cimportante est\u00edmulo \u00e0 retomada do consumo de g\u00e1s natural, al\u00e9m de fortalecer o mercado e aliviar os custos da mobilidade urbana para a popula\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>A <strong>nota t\u00e9cnica da secretaria<\/strong>, que emitiu parecer favor\u00e1vel ao acordo, destaca que o Rio de Janeiro \u00e9 o principal mercado de GNV no Brasil por motivos como o fato de abrigar as maiores bacias produtoras e a concess\u00e3o de benef\u00edcios estaduais, como desconto no Imposto sobre a Propriedade de Ve\u00edculos Automotores (IPVA) para motoristas com carros a g\u00e1s.<\/p>\n<p>Em 2025, o estado respondeu por 76,90% de toda a produ\u00e7\u00e3o de g\u00e1s natural do pa\u00eds, de acordo com a Ag\u00eancia Nacional do Petr\u00f3leo, G\u00e1s Natural e Biocombust\u00edveis (ANP), \u00f3rg\u00e3o federal regulador do setor.<\/p>\n<h2>Mais produ\u00e7\u00e3o, menor pre\u00e7o<\/h2>\n<p>O <strong>aumento da produ\u00e7\u00e3o de g\u00e1s no pa\u00eds \u00e9 uma das prioridades<\/strong> defendidas pela presidente da Petrobras, Magda Chambriard, desde que assumiu o comando da companhia, em junho de 2024. A executiva tem dito que a maior produ\u00e7\u00e3o \u00e9 o caminho que levar\u00e1 \u00e0 redu\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o do combust\u00edvel.<\/p>\n<p><strong>No \u00faltimo dia 12, quando detalhava para jornalistas o balan\u00e7o trimestral da companhia<\/strong>, a presidente lembrou que, ao assumir, a empresa \u201ccolocava\u201d 29 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos (m\u00b3) por dia de g\u00e1s no mercado, e <strong>atualmente o volume \u00e9 de 50 milh\u00f5es a 52 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos.<\/strong><\/p>\n<p>\u201cO que abaixa o pre\u00e7o do g\u00e1s \u00e9 investir para produzir mais, porque ainda n\u00e3o revogaram a lei da oferta e da procura. Enquanto n\u00e3o revogarem a lei da oferta e da procura, quanto mais g\u00e1s, menor pre\u00e7o\u201d, declarou Chambriard.<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><script async src=\"https:\/\/connect.facebook.net\/pt_BR\/all.js#xfbml=1\"><\/script><br \/>\n<br \/><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/jovempan.com.br\/noticias\/economia\/gnv-vai-ficar-ate-64-mais-barato-no-rio-a-partir-de-1o-de-junho.html\">Fonte: Jovem Pan <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em rela\u00e7\u00e3o ao g\u00e1s residencial, a redu\u00e7\u00e3o ser\u00e1 de 1,63% na regi\u00e3o metropolitana e de 2,8% nas demais \u00e1reas Rovena Rosa\/Ag\u00eancia Brasil O aumento da produ\u00e7\u00e3o de g\u00e1s no pa\u00eds \u00e9 uma das prioridades defendidas pela presidente da Petrobras, Magda Chambriard O g\u00e1s natural veicular (GNV) vai ficar at\u00e9 6,4% mais barato no estado do [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":1999,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"https:\/\/jpimg.com.br\/uploads\/2026\/05\/img_5340.jpg","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1998","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-noticias"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1998","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1998"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1998\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1999"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1998"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1998"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1998"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}