{"id":1934,"date":"2026-05-21T10:12:12","date_gmt":"2026-05-21T10:12:12","guid":{"rendered":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/2026\/05\/21\/diploma-ainda-abre-portas-mas-mercado-exige-profissionais-capazes-de-gerar-resultados\/"},"modified":"2026-05-21T10:12:12","modified_gmt":"2026-05-21T10:12:12","slug":"diploma-ainda-abre-portas-mas-mercado-exige-profissionais-capazes-de-gerar-resultados","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/2026\/05\/21\/diploma-ainda-abre-portas-mas-mercado-exige-profissionais-capazes-de-gerar-resultados\/","title":{"rendered":"Diploma ainda abre portas, mas mercado exige profissionais capazes de gerar resultados"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<p>CEO do IPOG avalia que a educa\u00e7\u00e3o precisa acompanhar a velocidade das mudan\u00e7as nas empresas e formar profissionais capazes de aplicar conhecimento na pr\u00e1tica<\/p>\n<div wp_automatic_readability=\"196\">\n<div class=\"post_image\"><picture><source media=\"(max-width: 799px)\" srcset=\"https:\/\/jpimg.com.br\/uploads\/2026\/05\/screenshot-2026-05-20-224113-280x207.png\"><source media=\"(min-width: 800px)\" srcset=\"https:\/\/jpimg.com.br\/uploads\/2026\/05\/screenshot-2026-05-20-224113.png\"><img decoding=\"async\" class=\"img-responsive type:primaryImage\" src=\"https:\/\/jpimg.com.br\/uploads\/2026\/05\/screenshot-2026-05-20-224113.png\" alt=\"z\" id=\"zoom-img\"><br \/>\n                                        <\/source><\/source><\/picture><\/div>\n<p><?xml encoding=\"UTF-8\"???><\/p>\n<p>Em um mercado de trabalho cada vez mais pressionado pela transforma\u00e7\u00e3o digital, pela intelig\u00eancia artificial e por novos modelos de consumo, a forma\u00e7\u00e3o profissional deixou de ser uma etapa isolada da carreira. O diploma ainda tem valor, mas j\u00e1 n\u00e3o funciona sozinho como diferencial competitivo. O que passa a pesar, cada vez mais, \u00e9 a capacidade de aplicar conhecimento, resolver problemas reais e aprender continuamente.<\/p>\n<p>Essa \u00e9 a vis\u00e3o de Ronan, CEO do IPOG, institui\u00e7\u00e3o com 24 anos de atua\u00e7\u00e3o no ensino superior e forte presen\u00e7a em p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o. Para ele, o papel das institui\u00e7\u00f5es de ensino mudou de forma profunda nos \u00faltimos anos. Mais do que preparar profissionais para uma fun\u00e7\u00e3o espec\u00edfica, elas precisam desenvolver compet\u00eancias t\u00e9cnicas, digitais e humanas, em conex\u00e3o direta com as necessidades das empresas.<\/p>\n<p>\u201cA forma\u00e7\u00e3o das pessoas ser\u00e1 cada vez mais h\u00edbrida. N\u00e3o basta ter conhecimento t\u00e9cnico. \u00c9 preciso entender de neg\u00f3cio, ter flu\u00eancia digital e sensibilidade humana\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Segundo o executivo, a velocidade das mudan\u00e7as tornou insuficiente o antigo modelo em que o profissional conclu\u00eda uma gradua\u00e7\u00e3o, colocava o diploma na parede e considerava encerrado o ciclo de aprendizagem. Hoje, carreiras envelhecem mais r\u00e1pido, novas ferramentas surgem em ritmo acelerado e empresas enfrentam dificuldades para encontrar pessoas preparadas para conduzir projetos de transforma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Nesse contexto, a educa\u00e7\u00e3o precisa se aproximar mais da vida real. Para Ronan, a rede de ensino deve conectar teoria, pr\u00e1tica e mercado, com professores que conhe\u00e7am os desafios enfrentados pelas organiza\u00e7\u00f5es. \u201cO desafio \u00e9 fazer com que o aluno saia da sala com repert\u00f3rio suficiente para aplicar o conhecimento no curto prazo\u201d, diz.<\/p>\n<p>No instituto, segundo ele, essa preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 medida de forma direta, acompanhando o quanto o conte\u00fado aprendido tem chance de ser aplicado pelo aluno em at\u00e9 90 dias no ambiente de trabalho. De acordo com o CEO, 92% dos estudantes afirmam conseguir usar o conhecimento adquirido nesse per\u00edodo.<\/p>\n<p>A mudan\u00e7a tamb\u00e9m aparece no comportamento dos alunos. O novo estudante \u00e9 mais criterioso, mais digital e menos disposto a aceitar experi\u00eancias engessadas. Ele busca flexibilidade, acesso r\u00e1pido, personaliza\u00e7\u00e3o e formatos que se encaixem em diferentes momentos da carreira. Ao mesmo tempo, cresce o n\u00famero de profissionais que retornam aos estudos para uma segunda forma\u00e7\u00e3o, uma transi\u00e7\u00e3o de carreira ou o aprofundamento em uma \u00e1rea espec\u00edfica.<\/p>\n<p>\u201cAquele modelo antigo, do aluno sentado e do professor falando na frente da sala, j\u00e1 n\u00e3o responde mais sozinho \u00e0s demandas atuais. A educa\u00e7\u00e3o tradicional precisa se transformar\u201d, afirma Ronan.<\/p>\n<p>Para o executivo, a tecnologia ampliou o acesso ao conhecimento e tamb\u00e9m elevou o n\u00edvel de exig\u00eancia dos alunos. Plataformas digitais, ensino a dist\u00e2ncia, cursos de curta dura\u00e7\u00e3o e novas formas de consumo de conte\u00fado mudaram a rela\u00e7\u00e3o das pessoas com a aprendizagem. O aluno j\u00e1 n\u00e3o busca apenas um curso. Ele procura uma solu\u00e7\u00e3o para um momento espec\u00edfico da carreira.<\/p>\n<p>A transforma\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m pressiona as empresas. Para Ronan, manter equipes desatualizadas em um ambiente marcado pela digitaliza\u00e7\u00e3o pode comprometer a longevidade do neg\u00f3cio. Isso vale tanto para a rela\u00e7\u00e3o com o consumidor quanto para os processos internos.<\/p>\n<p>Sistemas integrados, atendimento \u00e1gil, uso de dados, automa\u00e7\u00e3o e dom\u00ednio de novas ferramentas passaram a fazer parte da rotina de praticamente todos os setores. \u201cSem transforma\u00e7\u00e3o digital e sem preparar pessoas para esse novo ambiente, a empresa coloca em risco o pr\u00f3prio futuro\u201d, avalia.<\/p>\n<p>Na \u00e1rea corporativa, uma das maiores demandas identificadas pelo IPOG est\u00e1 na forma\u00e7\u00e3o de lideran\u00e7as. Segundo Ronan, muitas organiza\u00e7\u00f5es ainda sofrem com gestores pouco preparados para engajar equipes, desenvolver pessoas, lidar com conflitos e traduzir metas em resultado.<\/p>\n<p>Esse d\u00e9ficit impacta diretamente produtividade, atendimento ao cliente, reten\u00e7\u00e3o de talentos e desempenho financeiro. \u201cTodo neg\u00f3cio quer resultado, mas, para ter resultado, precisa de pessoas engajadas. E a lideran\u00e7a \u00e9 fator cr\u00edtico nesse processo\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da lideran\u00e7a, temas como intelig\u00eancia artificial, letramento digital, vendas, atendimento ao cliente e inova\u00e7\u00e3o aparecem entre as principais necessidades das empresas. O pr\u00f3prio IPOG, segundo o CEO, treinou mais de 1.500 pessoas, entre colaboradores e professores, em iniciativas ligadas ao uso de intelig\u00eancia artificial, antes de levar esse conhecimento ao mercado corporativo.<\/p>\n<p>Para Ronan, a capacita\u00e7\u00e3o precisa deixar de ser vista como uma a\u00e7\u00e3o pontual. Empresas que n\u00e3o planejam o desenvolvimento cont\u00ednuo de compet\u00eancias podem enfrentar dificuldades para crescer, inovar e manter competitividade. \u201cO l\u00edder que n\u00e3o entende a necessidade de investir continuamente no desenvolvimento das pessoas est\u00e1 colocando o neg\u00f3cio em risco\u201d, diz.<\/p>\n<p>O executivo tamb\u00e9m defende que habilidades humanas ganham ainda mais relev\u00e2ncia em um mundo dominado por tecnologia. Empatia, comunica\u00e7\u00e3o, negocia\u00e7\u00e3o, gest\u00e3o de conflitos, pensamento cr\u00edtico e capacidade de inspirar pessoas passam a ser compet\u00eancias t\u00e3o importantes quanto o dom\u00ednio t\u00e9cnico.<\/p>\n<p>Na vis\u00e3o dele, o maior erro de um profissional no meio da carreira \u00e9 parar de estudar. Escolher uma forma\u00e7\u00e3o fora da rota pode at\u00e9 abrir novas possibilidades, mas interromper o processo de aprendizagem reduz a capacidade de adapta\u00e7\u00e3o em um mercado cada vez mais inst\u00e1vel. \u201cAprender continuamente talvez seja a principal habilidade do futuro\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Para os pr\u00f3ximos anos, o IPOG busca se posicionar n\u00e3o apenas como uma marca de ensino, mas como um ecossistema de transforma\u00e7\u00e3o profissional. A proposta \u00e9 oferecer diferentes formatos de aprendizagem, de gradua\u00e7\u00f5es e p\u00f3s-gradua\u00e7\u00f5es a cursos r\u00e1pidos e solu\u00e7\u00f5es corporativas, sempre com foco na conex\u00e3o entre conhecimento, carreira e aplica\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica.<\/p>\n<p>\u201cO diploma ainda abre portas, mas precisa vir acompanhado de compet\u00eancias aplic\u00e1veis. As empresas n\u00e3o olham apenas para o papel. Elas querem saber se o profissional consegue gerar resultado\u201d, conclui.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><script async src=\"https:\/\/connect.facebook.net\/pt_BR\/all.js#xfbml=1\"><\/script><br \/>\n<br \/><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/jovempan.com.br\/noticias\/economia\/negocios\/diploma-ainda-abre-portas-mas-mercado-exige-profissionais-capazes-de-gerar-resultados.html\">Fonte: Jovem Pan <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>CEO do IPOG avalia que a educa\u00e7\u00e3o precisa acompanhar a velocidade das mudan\u00e7as nas empresas e formar profissionais capazes de aplicar conhecimento na pr\u00e1tica Em um mercado de trabalho cada vez mais pressionado pela transforma\u00e7\u00e3o digital, pela intelig\u00eancia artificial e por novos modelos de consumo, a forma\u00e7\u00e3o profissional deixou de ser uma etapa isolada da [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":1935,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"https:\/\/jpimg.com.br\/uploads\/2026\/05\/screenshot-2026-05-20-224113.png","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1934","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-noticias"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1934","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1934"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1934\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1935"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1934"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1934"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1934"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}