{"id":1820,"date":"2026-05-11T10:11:18","date_gmt":"2026-05-11T10:11:18","guid":{"rendered":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/2026\/05\/11\/ser-conhecido-nao-garante-ser-escolhido-diz-empresaria-sobre-nova-fase-de-industria-de-doces\/"},"modified":"2026-05-11T10:11:18","modified_gmt":"2026-05-11T10:11:18","slug":"ser-conhecido-nao-garante-ser-escolhido-diz-empresaria-sobre-nova-fase-de-industria-de-doces","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/2026\/05\/11\/ser-conhecido-nao-garante-ser-escolhido-diz-empresaria-sobre-nova-fase-de-industria-de-doces\/","title":{"rendered":"Ser conhecido n\u00e3o garante ser escolhido, diz empres\u00e1ria sobre nova fase de ind\u00fastria de doces"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<p>Marca tradicional do setor de confectionery amplia portf\u00f3lio com itens zero a\u00e7\u00facar e proteicos para acompanhar mudan\u00e7as no consumo<\/p>\n<div wp_automatic_readability=\"141\">\n<div class=\"post_image\"><picture><source media=\"(max-width: 799px)\" srcset=\"https:\/\/jpimg.com.br\/uploads\/2026\/05\/screenshot-2026-05-04-213714-298x207.png\"><source media=\"(min-width: 800px)\" srcset=\"https:\/\/jpimg.com.br\/uploads\/2026\/05\/screenshot-2026-05-04-213714-647x450.png\"><img decoding=\"async\" class=\"img-responsive type:primaryImage\" src=\"https:\/\/jpimg.com.br\/uploads\/2026\/05\/screenshot-2026-05-04-213714-647x450.png\" alt=\"c\" id=\"zoom-img\"><br \/>\n                                        <\/source><\/source><\/picture><\/div>\n<p><?xml encoding=\"UTF-8\"???><\/p>\n<p>A Erlan Foods, empresa brasileira com 74 anos de hist\u00f3ria, prepara uma nova fase de crescimento baseada em produtos funcionais, inova\u00e7\u00e3o no portf\u00f3lio e maior aten\u00e7\u00e3o ao comportamento do consumidor. A companhia, conhecida por itens tradicionais como o Toffee Bombom, quer ampliar a presen\u00e7a em categorias de maior valor agregado sem abandonar os produtos que sustentaram sua trajet\u00f3ria no mercado de doces.<\/p>\n<p>\u00c0 Jovem Pan, a empres\u00e1ria Rosalina Vilela, presidente da empresa, disse que a ind\u00fastria precisa entender que reconhecimento de marca j\u00e1 n\u00e3o basta para garantir venda. \u201cSer conhecido n\u00e3o garante ser escolhido\u201d, afirma.<\/p>\n<p>A avalia\u00e7\u00e3o reflete uma mudan\u00e7a no consumo. Segundo ela, o cliente est\u00e1 mais seletivo e passou a buscar produtos com alguma funcionalidade, mesmo em categorias historicamente ligadas ao impulso, como balas e chocolates. A empresa j\u00e1 trabalha com chocolates zero a\u00e7\u00facar e desenvolve novas linhas com prote\u00edna e suplementos.<\/p>\n<p>Rosalina afirma que esse movimento n\u00e3o est\u00e1 restrito a uma classe social. Para ela, o consumidor brasileiro passou a escolher melhor o que compra, seja no supermercado, no atacado ou em outros canais de venda. A mudan\u00e7a pressiona a ind\u00fastria a reagir com velocidade e exige adapta\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m da \u00e1rea comercial.<\/p>\n<p>A empres\u00e1ria diz que a Erlan deveria ter avan\u00e7ado antes em algumas linhas, mas afirma que o processo ganhou for\u00e7a dentro da companhia. A \u00e1rea de pesquisa e desenvolvimento trabalha em novos produtos, enquanto o time comercial busca entender como vender essas categorias em canais diferentes dos tradicionais.<\/p>\n<p>A empresa tamb\u00e9m v\u00ea oportunidade na aproxima\u00e7\u00e3o entre supermercados e farm\u00e1cias. Para Rosalina, a presen\u00e7a de produtos com apelo funcional nas g\u00f4ndolas tende a crescer, especialmente com a amplia\u00e7\u00e3o de espa\u00e7os dedicados a itens ligados a sa\u00fade, bem-estar e conveni\u00eancia.<\/p>\n<p>Apesar da aposta em inova\u00e7\u00e3o, a companhia n\u00e3o pretende deixar de lado os produtos cl\u00e1ssicos. O Toffee Bombom, segundo Rosalina, continua sendo uma porta de entrada importante para a marca. Ela afirma que produtos tradicionais ajudam a abrir conversas comerciais e d\u00e3o credibilidade para o lan\u00e7amento de novas linhas.<\/p>\n<p>A Erlan tamb\u00e9m exporta para pa\u00edses da \u00c1frica, da Am\u00e9rica do Sul e para os Estados Unidos. A opera\u00e7\u00e3o internacional exige adapta\u00e7\u00f5es de comunica\u00e7\u00e3o e posicionamento. Em uma feira em Dubai, por exemplo, a empresa retirou a palavra \u201csaud\u00e1vel\u201d de um material ap\u00f3s clientes africanos avaliarem que, em seus mercados, o a\u00e7\u00facar ainda \u00e9 associado \u00e0 energia e nutri\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Para Rosalina, esse epis\u00f3dio mostra que a ind\u00fastria precisa entender o contexto de cada localidade antes de definir uma estrat\u00e9gia. O que funciona em uma regi\u00e3o pode n\u00e3o funcionar em outra. A mesma l\u00f3gica vale para o Brasil, onde h\u00e1bitos de consumo variam entre Sul, Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste.<\/p>\n<p>A press\u00e3o sobre margens tamb\u00e9m est\u00e1 no centro das preocupa\u00e7\u00f5es da empresa. Custos de embalagem, frete, mat\u00e9rias-primas e impactos internacionais afetam diretamente a opera\u00e7\u00e3o. Rosalina afirma que, nesse cen\u00e1rio, o controle de caixa se tornou uma prioridade absoluta.<\/p>\n<p>A executiva tamb\u00e9m defende que todos dentro da empresa precisam entender seu papel no resultado comercial. Segundo ela, da produ\u00e7\u00e3o ao atendimento, cada \u00e1rea influencia a percep\u00e7\u00e3o do cliente e a capacidade da companhia de competir em um mercado mais disputado.<\/p>\n<p>A Erlan saiu de um per\u00edodo de recupera\u00e7\u00e3o judicial e v\u00ea essa etapa como parte importante de seu amadurecimento. Rosalina afirma que o processo exigiu disciplina, uni\u00e3o familiar e gest\u00e3o pr\u00f3xima dos colaboradores. Hoje, os filhos ocupam posi\u00e7\u00f5es estrat\u00e9gicas na empresa, com atua\u00e7\u00e3o no comando executivo e na opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Nos pr\u00f3ximos anos, a expectativa \u00e9 transformar a Erlan em uma empresa mais orientada a produtos funcionais, sem perder a for\u00e7a dos itens de alto giro. Para Rosalina, tradi\u00e7\u00e3o segue importante, mas precisa caminhar com inova\u00e7\u00e3o, leitura de mercado e capacidade de adapta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A empres\u00e1ria resume o desafio da ind\u00fastria em uma equa\u00e7\u00e3o simples: estar na prateleira j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 suficiente. \u00c9 preciso conquistar aten\u00e7\u00e3o, justificar valor e fazer o consumidor escolher a marca no momento da compra.<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><script async src=\"https:\/\/connect.facebook.net\/pt_BR\/all.js#xfbml=1\"><\/script><br \/>\n<br \/><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/jovempan.com.br\/noticias\/economia\/negocios\/ser-conhecido-nao-garante-ser-escolhido-diz-empresaria-sobre-nova-fase-de-industria-de-doces.html\">Fonte: Jovem Pan <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Marca tradicional do setor de confectionery amplia portf\u00f3lio com itens zero a\u00e7\u00facar e proteicos para acompanhar mudan\u00e7as no consumo A Erlan Foods, empresa brasileira com 74 anos de hist\u00f3ria, prepara uma nova fase de crescimento baseada em produtos funcionais, inova\u00e7\u00e3o no portf\u00f3lio e maior aten\u00e7\u00e3o ao comportamento do consumidor. 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