{"id":1702,"date":"2026-04-27T12:33:59","date_gmt":"2026-04-27T12:33:59","guid":{"rendered":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/2026\/04\/27\/mercado-financeiro-eleva-previsao-da-inflacao-para-486-em-2026\/"},"modified":"2026-04-27T12:33:59","modified_gmt":"2026-04-27T12:33:59","slug":"mercado-financeiro-eleva-previsao-da-inflacao-para-486-em-2026","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/2026\/04\/27\/mercado-financeiro-eleva-previsao-da-inflacao-para-486-em-2026\/","title":{"rendered":"Mercado financeiro eleva previs\u00e3o da infla\u00e7\u00e3o para 4,86% em 2026"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<p>Em meio \u00e0s tens\u00f5es no Oriente M\u00e9dio, a estimativa no Boletim Focus sobe pela s\u00e9tima semana seguida e se afasta ainda mais do teto da meta de 4,50% do Banco Central <\/p>\n<div wp_automatic_readability=\"240\">\n<div class=\"post_image\"><picture><source media=\"(max-width: 799px)\" srcset=\"https:\/\/jpimg.com.br\/uploads\/2025\/07\/imagem-jvp-36-345x207.png\"><source media=\"(min-width: 800px)\" srcset=\"https:\/\/jpimg.com.br\/uploads\/2025\/07\/imagem-jvp-36-750x450.png\"><img decoding=\"async\" class=\"img-responsive type:primaryImage\" src=\"https:\/\/jpimg.com.br\/uploads\/2025\/07\/imagem-jvp-36-750x450.png\" alt=\"Banco Central suspende mais tr\u00eas institui\u00e7\u00f5es financeiras do Pix\" id=\"zoom-img\"><br \/>\n                                        <\/source><\/source><\/picture><span class=\"image_credits\">A estimativa est\u00e1 no Boletim Focus desta segunda-feira (13), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de institui\u00e7\u00f5es financeiras para os principais indicadores econ\u00f4micos.<br \/><\/span><\/div>\n<p><?xml encoding=\"UTF-8\"???><\/p>\n<p>A mediana do relat\u00f3rio Focus para o IPCA de 2026, refer\u00eancia oficial da infla\u00e7\u00e3o no pa\u00eds, aumentou<strong> pela s\u00e9tima semana consecutiva, de 4,80% para 4,86%<\/strong>, distanciando-se <strong>ainda mais do teto da meta perseguida pelo Banco Central, de 4,50%<\/strong>. O movimento reflete a escalada das incertezas com a guerra no Oriente M\u00e9dio, que provocou uma disparada nos pre\u00e7os do petr\u00f3leo.<\/p>\n<p>A estimativa est\u00e1 no<strong> Boletim Focus<\/strong> desta segunda-feira (13), pesquisa divulgada <strong>semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de institui\u00e7\u00f5es financeiras<\/strong> para os principais indicadores econ\u00f4micos.<\/p>\n<p>Considerando apenas as 122 estimativas atualizadas nos \u00faltimos cinco dias \u00fateis, mais sens\u00edveis a novidades,<strong> a mediana passou de 4,85% para 4,89%.<\/strong><\/p>\n<p>A estimativa intermedi\u00e1ria do mercado para o IPCA de 2027 aumentou pela quinta semana consecutiva, de 3,99% para 4,0%. H\u00e1 um m\u00eas, era de 3,84%. Considerando apenas as 118 proje\u00e7\u00f5es atualizadas nos \u00faltimos cinco dias \u00fateis, permaneceu em 4,0%.<\/p>\n<p><strong>O Banco Central prev\u00ea infla\u00e7\u00e3o de 3,9% em 2026 e de 3,3%<\/strong> no acumulado de 12 meses at\u00e9 o terceiro trimestre de 2027, o horizonte relevante da pol\u00edtica monet\u00e1ria. A proje\u00e7\u00e3o para o IPCA do ano que vem \u00e9 de 3,3%.<\/p>\n<p>A partir de 2025, a meta de infla\u00e7\u00e3o passou a ser cont\u00ednua, com base no IPCA acumulado em 12 meses. O centro \u00e9 de 3%, com toler\u00e2ncia de 1,5 ponto porcentual para mais ou para menos. Se a infla\u00e7\u00e3o ficar fora desse intervalo por seis meses consecutivos, considera-se que o BC perdeu o alvo.<\/p>\n<p>No Focus desta segunda-feira, 27, a mediana para o IPCA de 2028 passou de 3,60% para 3,61%. Um m\u00eas antes, era de 3,57%. A estimativa intermedi\u00e1ria para a infla\u00e7\u00e3o de 2029 permaneceu em 3,50% pela 34\u00aa semana consecutiva.<\/p>\n<h2>Selic segue em 13% e no fim de 2027, em 11%<\/h2>\n<p>A mediana do relat\u00f3rio <strong>Focus para a taxa Selic no fim de 2026 permaneceu em 13,0%<\/strong>, \u00e0s v\u00e9speras das decis\u00f5es do Comit\u00ea de Pol\u00edtica Monet\u00e1ria (Copom). Um m\u00eas antes, era de 12,50%. O mercado vem calibrando as expectativas para a trajet\u00f3ria dos juros, em meio \u00e0 press\u00e3o inflacion\u00e1ria causada pela disparada dos pre\u00e7os do petr\u00f3leo.<\/p>\n<p>Considerando s\u00f3 as 110 estimativas atualizadas nos \u00faltimos cinco dias \u00fateis, mais sens\u00edveis a novidades, a mediana para a Selic no fim de 2026 tamb\u00e9m permaneceu em 13,0%.<\/p>\n<p><strong>A mediana do Focus para a taxa Selic no fim de 2027 se estabilizou em 11,0%.<\/strong> Um m\u00eas atr\u00e1s, era de 10,50%. Considerando apenas as 107 estimativas atualizadas nos \u00faltimos cinco dias \u00fateis, a mediana tamb\u00e9m continuou em 11,0%.<\/p>\n<p>Na \u00faltima decis\u00e3o, do dia 18 de mar\u00e7o, o Copom reduziu a taxa Selic em 0,25 ponto porcentual, de 15% para 14,75% ao ano.<strong> Foi a primeira diminui\u00e7\u00e3o dos juros em quase dois anos.<\/strong> Apesar do corte, o colegiado alertou para o aumento das incertezas no cen\u00e1rio, por causa do conflito no Oriente M\u00e9dio, que levou ao fechamento do Estreito de Ormuz.<\/p>\n<p>O presidente do Banco Central, Gabriel Gal\u00edpolo, disse, durante entrevista coletiva no dia 26 de mar\u00e7o, que o \u201cconservadorismo\u201d da autoridade monet\u00e1ria durante 2025 compraria tempo para analisar o cen\u00e1rio e entender os efeitos da alta do petr\u00f3leo sobre os pre\u00e7os dom\u00e9sticos. \u201cEstamos entendendo e vamos aprender mais daqui at\u00e9 a pr\u00f3xima reuni\u00e3o do Copom\u201d, ele afirmou.<\/p>\n<p>Na \u00faltima pesquisa Proje\u00e7\u00f5es Broadcast, 33 de 37 institui\u00e7\u00f5es financeiras esperavam um novo corte de 0,25 ponto na Selic esta semana, que levaria a taxa a 14,50%. Dois outros respondentes previam uma redu\u00e7\u00e3o maior, de 0,50 ponto, e dois, manuten\u00e7\u00e3o dos juros em 14,75%.<\/p>\n<p>No Focus desta segunda-feira, <strong>a mediana para a Selic no fim de 2028 permaneceu em 10,0% pela 14\u00aa leitura seguida.<\/strong> A estimativa para 2029 caiu de 9,88% para 9,75%. Um m\u00eas antes, tamb\u00e9m era de 9,75%.<\/p>\n<h2>PIB de 2026 cai de 1,86% para 1,85%<\/h2>\n<p>A mediana do relat\u00f3rio Focus para o crescimento do <strong>Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2026 oscilou de 1,86% para 1,85%<\/strong>. Um m\u00eas antes, era de 1,85%. Considerando apenas as 81 proje\u00e7\u00f5es atualizadas nos \u00faltimos cinco dias \u00fateis, mais sens\u00edveis a novidades, a estimativa passou de 1,89% para 1,87%.<\/p>\n<p>O crescimento esperado pelo mercado \u00e9 maior do que o previsto pelo Banco Central, de 1,6%, segundo o Relat\u00f3rio de Pol\u00edtica Monet\u00e1ria (RPM) do primeiro trimestre. <strong>O Minist\u00e9rio da Fazenda espera alta de 2,33% para o PIB.<\/strong><\/p>\n<p>A mediana do Focus para o crescimento da economia brasileira em 2027 permaneceu em 1,80% pela 17\u00aa semana consecutiva. Levando em conta apenas as 78 proje\u00e7\u00f5es atualizadas nos \u00faltimos cinco dias \u00fateis, a estimativa intermedi\u00e1ria passou de 1,74% para 1,73%.<\/p>\n<p>As medianas para o crescimento do PIB de 2028 e 2029 permaneceram em 2,0%, pela 111\u00aa e 58\u00aa semana seguida, respectivamente.<\/p>\n<h2>D\u00f3lar passa de R$ 5,30 para R$ 5,25<\/h2>\n<p>A mediana do relat\u00f3rio Focus para a cota\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar no fim de 2026 caiu pela terceira semana seguida, de<strong> R$ 5,30 para R$ 5,25<\/strong>, em meio \u00e0 valoriza\u00e7\u00e3o da moeda brasileira frente \u00e0 divisa americana. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (27). Na \u00faltima sexta-feira, 24, o d\u00f3lar fechou cotado a R$ 4,9982.<\/p>\n<p>Um m\u00eas antes, a mediana para o d\u00f3lar no fim de 2026 era de R$ 5,40. Considerando apenas as 94 estimativas atualizadas nos \u00faltimos cinco dias \u00fateis, mais sens\u00edveis a novidades, a estimativa intermedi\u00e1ria passou de R$ 5,25 para R$ 5,24.<\/p>\n<p>A mediana para o d\u00f3lar no fim de 2027 se estabilizou em R$ 5,35, ap\u00f3s duas semanas de queda. Um m\u00eas antes, era de R$ 5,45. A estimativa intermedi\u00e1ria para o fim de 2028 se manteve em R$ 5,40, enquanto a proje\u00e7\u00e3o para 2029 passou de R$ 5,45 para R$ 5,41.<\/p>\n<p>A proje\u00e7\u00e3o anual de c\u00e2mbio <strong>publicada no Focus \u00e9 calculada com base na m\u00e9dia para a taxa no m\u00eas de dezembro<\/strong>, e n\u00e3o no valor projetado para o \u00faltimo dia \u00fatil de cada ano, como era at\u00e9 2020.<\/p>\n<p>*Estad\u00e3o Conte\u00fado<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><script async src=\"https:\/\/connect.facebook.net\/pt_BR\/all.js#xfbml=1\"><\/script><br \/>\n<br \/><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/jovempan.com.br\/noticias\/economia\/mercado-financeiro-eleva-previsao-da-inflacao-para-486-em-2026.html\">Fonte: Jovem Pan <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em meio \u00e0s tens\u00f5es no Oriente M\u00e9dio, a estimativa no Boletim Focus sobe pela s\u00e9tima semana seguida e se afasta ainda mais do teto da meta de 4,50% do Banco Central A estimativa est\u00e1 no Boletim Focus desta segunda-feira (13), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de institui\u00e7\u00f5es financeiras para os [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":1703,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"https:\/\/jpimg.com.br\/uploads\/2025\/07\/imagem-jvp-36.png","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1702","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-noticias"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1702","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1702"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1702\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1703"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1702"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1702"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1702"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}