{"id":1618,"date":"2026-04-14T15:27:41","date_gmt":"2026-04-14T15:27:41","guid":{"rendered":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/2026\/04\/14\/fmi-eleva-projecao-de-crescimento-da-economia-do-brasil-para-19-em-2026\/"},"modified":"2026-04-14T15:27:41","modified_gmt":"2026-04-14T15:27:41","slug":"fmi-eleva-projecao-de-crescimento-da-economia-do-brasil-para-19-em-2026","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/2026\/04\/14\/fmi-eleva-projecao-de-crescimento-da-economia-do-brasil-para-19-em-2026\/","title":{"rendered":"FMI eleva proje\u00e7\u00e3o de crescimento da economia do Brasil para 1,9% em 2026"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<p>\u00d3rg\u00e3o aponta que o conflito no Oriente M\u00e9dio favorece o pa\u00eds por ser exportador l\u00edquido de energia<\/p>\n<div wp_automatic_readability=\"88\">\n<div class=\"post_image\"><span class=\"image_fonte\">KENT NISHIMURA \/ AFP<\/span><picture><source media=\"(max-width: 799px)\" srcset=\"https:\/\/jpimg.com.br\/uploads\/2026\/04\/design-sem-nome-6-345x207.png\"><source media=\"(min-width: 800px)\" srcset=\"https:\/\/jpimg.com.br\/uploads\/2026\/04\/design-sem-nome-6-750x450.png\"><img decoding=\"async\" class=\"img-responsive type:primaryImage\" src=\"https:\/\/jpimg.com.br\/uploads\/2026\/04\/design-sem-nome-6-750x450.png\" alt=\"Coletiva de imprensa sobre o Relat\u00f3rio de Estabilidade Financeira Global do FMI durante as Reuni\u00f5es de Primavera do FMI e do Grupo Banco Mundial de 2026 em Washington, nos Estados Unidos\" id=\"zoom-img\"><br \/>\n                                        <\/source><\/source><\/picture><span class=\"image_credits\">Coletiva de imprensa sobre o Relat\u00f3rio de Estabilidade Financeira Global do FMI durante as Reuni\u00f5es de Primavera do FMI e do Grupo Banco Mundial de 2026 em Washington, nos Estados Unidos<br \/><\/span><\/div>\n<p><?xml encoding=\"UTF-8\"???><\/p>\n<p>O Fundo Monet\u00e1rio Internacional (FMI) elevou nesta ter\u00e7a-feira (14) a <strong>proje\u00e7\u00e3o de crescimento da economia do Brasil<\/strong> para <strong>1,9%<\/strong> em 2026, <strong>superando a estimativa de 1,6%<\/strong> feita em janeiro. A melhora na perspectiva est\u00e1 <strong>atrelada ao impacto da guerra no Oriente M\u00e9dio<\/strong>, cen\u00e1rio que, segundo o \u00f3rg\u00e3o, pode beneficiar o pa\u00eds devido \u00e0 sua <strong>condi\u00e7\u00e3o de exportador l\u00edquido de energia<\/strong>.<\/p>\n<p>Al\u00e9m das exporta\u00e7\u00f5es, o FMI destacou a <strong>matriz energ\u00e9tica limpa<\/strong> como um <strong>escudo contra a instabilidade mundial<\/strong>. \u201c\u00c9 importante destacar tamb\u00e9m que o Brasil \u00e9 um dos pa\u00edses com uma alta porcentagem de energia renov\u00e1vel, o que \u00e9 outro fator de mitiga\u00e7\u00e3o\u201d da crise, explicou Petya Koeva-Brooks, vice-diretora do Departamento de Pesquisa do Fundo, em entrevista coletiva.<\/p>\n<p>O relat\u00f3rio Perspectivas da Economia Mundial (WEO) tamb\u00e9m aponta que o Brasil est\u00e1 <strong>protegido por uma base econ\u00f4mica s\u00f3lida<\/strong>. Segundo o documento, o pa\u00eds conta com um <strong>n\u00edvel adequado de reservas internacionais<\/strong>, <strong>baixa depend\u00eancia de d\u00edvida em moeda estrangeira<\/strong>, <strong>amplas reservas de liquidez do governo<\/strong> e um <strong>c\u00e2mbio flex\u00edvel<\/strong>.<\/p>\n<p>Apesar do otimismo para 2026, o FMI <strong>revisou para baixo a proje\u00e7\u00e3o do Produto Interno Bruto<\/strong> (PIB) brasileiro para 2027, caindo de 2,3% (estimativa de janeiro) para <strong>2%<\/strong>. O Fundo alerta que, no ano que vem, o pa\u00eds sentir\u00e1 os efeitos de uma \u201c<strong>desacelera\u00e7\u00e3o da demanda mundial<\/strong>, <strong>aumento dos custos dos insumos<\/strong> (incluindo os fertilizantes) e <strong>condi\u00e7\u00f5es financeiras mais restritivas<\/strong>\u201c.<\/p>\n<h2>Cen\u00e1rio global<\/h2>\n<p>A situa\u00e7\u00e3o do Brasil contrasta com o cen\u00e1rio internacional. Devido \u00e0 instabilidade gerada pelo conflito no Oriente M\u00e9dio, o FMI <strong>reduziu a proje\u00e7\u00e3o de crescimento mundial para 3,1%<\/strong> em 2026.<\/p>\n<p>J\u00e1 a <strong>Am\u00e9rica Latina<\/strong> e o <strong>Caribe<\/strong>, impulsionados tamb\u00e9m por exportadores de commodities, tiveram uma <strong>leve alta na previs\u00e3o<\/strong>, atingindo <strong>2,3%<\/strong>. No entanto, o Fundo fez um alerta para a disparidade na regi\u00e3o: enquanto gigantes ou produtores de energia como Brasil e Venezuela (4%) se beneficiam, as <strong>economias menores s\u00e3o as mais afetadas negativamente pela crise global<\/strong>.<\/p>\n<p><em>*Com informa\u00e7\u00f5es da AFP<\/em><\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><script async src=\"https:\/\/connect.facebook.net\/pt_BR\/all.js#xfbml=1\"><\/script><br \/>\n<br \/><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/jovempan.com.br\/noticias\/economia\/fmi-eleva-projecao-de-crescimento-da-economia-do-brasil-para-19-em-2026.html\">Fonte: Jovem Pan <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00d3rg\u00e3o aponta que o conflito no Oriente M\u00e9dio favorece o pa\u00eds por ser exportador l\u00edquido de energia KENT NISHIMURA \/ AFP Coletiva de imprensa sobre o Relat\u00f3rio de Estabilidade Financeira Global do FMI durante as Reuni\u00f5es de Primavera do FMI e do Grupo Banco Mundial de 2026 em Washington, nos Estados Unidos O Fundo Monet\u00e1rio [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":1619,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"https:\/\/jpimg.com.br\/uploads\/2026\/04\/design-sem-nome-6.png","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1618","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-noticias"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1618","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1618"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1618\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1619"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1618"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1618"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1618"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}