{"id":1372,"date":"2026-03-10T17:11:08","date_gmt":"2026-03-10T17:11:08","guid":{"rendered":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/2026\/03\/10\/com-demanda-maior-para-estoques-petrobras-raciona-diesel-com-cota-dia\/"},"modified":"2026-03-10T17:11:08","modified_gmt":"2026-03-10T17:11:08","slug":"com-demanda-maior-para-estoques-petrobras-raciona-diesel-com-cota-dia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/2026\/03\/10\/com-demanda-maior-para-estoques-petrobras-raciona-diesel-com-cota-dia\/","title":{"rendered":"Com demanda maior para estoques, Petrobras raciona diesel com \u2018cota-dia\u2019"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div wp_automatic_readability=\"120\">\n<p><?xml encoding=\"UTF-8\"???><\/p>\n<p><strong>A Petrobras passou a aplicar o sistema de \u201ccota-dia\u201d para o diesel,<\/strong> que fraciona o volume mensal contratado pelas distribuidoras em remessas di\u00e1rias, <strong>impedindo que empresas antecipem retiradas e formem estoques maiores \u00e0s v\u00e9speras de um prov\u00e1vel reajuste,<\/strong> informaram fontes ao Broadcast, sistema de not\u00edcias em tempo real do Grupo Estado. O aumento do pre\u00e7o do diesel por causa da guerra no Oriente M\u00e9dio suspendeu as importa\u00e7\u00f5es do produto, colocando em risco o abastecimento do Pa\u00eds.<\/p>\n<p>Lida como um racionamento por parte dos distribuidores, a <strong>medida adotada pela Petrobras \u00e9 usada em cen\u00e1rios de escassez<\/strong> e foi adotada ap\u00f3s a disparada internacional do petr\u00f3leo e a percep\u00e7\u00e3o de corrida de grandes consumidores para encher tanques enquanto o pre\u00e7o interno permanece defasado.<\/p>\n<p><strong>No fechamento do mercado de petr\u00f3leo na segunda-feira, 10, o diesel vendido no Brasil registrava defasagem de 60%<\/strong> em rela\u00e7\u00e3o ao praticado no mercado internacional, abrindo espa\u00e7o para a Petrobras elevar o pre\u00e7o do combust\u00edvel em R$ 1,94 por litro.<\/p>\n<p><strong>Segundo fontes do setor, a petroleira estatal cobre apenas cerca de 70% da demanda nacional de diesel.<\/strong> O restante vem de importadores que suspenderam compras diante da diferen\u00e7a entre o mercado externo e o valor vendido no Pa\u00eds.<\/p>\n<p>\u201cNa pr\u00e1tica, a Petrobras est\u00e1 fazendo um tipo de racionamento diante do risco de crise\u201d, afirma um executivo de distribuidora, em condi\u00e7\u00e3o de anonimato.Com estoques privados estimados para no m\u00e1ximo 15 dias, o risco de falta de diesel come\u00e7a pelas \u201cpontas\u201d do mercado, como Nordeste e Rio Grande do Sul, mais dependentes de volumes estrangeiros.<\/p>\n<p>Refinarias privadas, como Ream, no Amazonas, e Mataripe, na Bahia, j\u00e1 repassaram altas sucessivas, mas a estatal mant\u00e9m os pre\u00e7os congelados.Executivos e analistas defendem ajuste imediato para restabelecer a atratividade das importa\u00e7\u00f5es e evitar problemas de suprimento. Caso o impasse persista, alertam, o racionamento informal tende a se intensificar e poder\u00e1 chegar ao consumidor final.<\/p>\n<h2>TRRs<\/h2>\n<p>As <strong>empresas autorizadas a comprar combust\u00edvel a granel (principalmente \u00f3leo diesel) e revender diretamente ao consumidor<\/strong> final, sem posto fixo, as chamadas TRRs (Transportador-Revendedor-Retalhista), que abaste\u00e7am fazendas, ind\u00fastrias, construtoras e transportadoras <strong>j\u00e1 sentiram a falta do produto no mercado.<\/strong><\/p>\n<p>\u201cO setor j\u00e1 sentiu o problema e a posi\u00e7\u00e3o \u00e9 tentar fracionar as entregas de forma a n\u00e3o deixar nenhum cliente sem produto. As regi\u00f5es com agro acabam sentindo primeiro. Vale ressaltar que o TRR \u00e9 abastecido pelas distribuidoras\u201d, informou a assessoria do segmento, afirmando que o problema est\u00e1 bem distribu\u00eddo, mas que o primeiro Estado a reclamar mais fortemente foi o Rio Grande do Sul\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>Na segunda-feira, a Ag\u00eancia Nacional do Petr\u00f3leo, G\u00e1s Natural e Biocombust\u00edveis <strong>(ANP) informou que recebeu informa\u00e7\u00f5es sobre dificuldades pontuais de aquisi\u00e7\u00e3o de diesel<\/strong> por produtores rurais no Rio Grande do Sul. De acordo com a ag\u00eancia, no entanto, a produ\u00e7\u00e3o e a entrega do combust\u00edvel seguem em ritmo regular pelo principal fornecedor da regi\u00e3o, a Refinaria Alberto Pasqualini (Refap), da Petrobras.<\/p>\n<p>Cabe destacar que o Rio Grande do Sul \u00e9 um Estado que produz mais diesel do que consome, encontra-se com n\u00edvel de estoque regular e n\u00e3o foram constatadas justificativas t\u00e9cnicas ou operacionais que expliquem uma eventual recusa no fornecimento do produto\u201d, explicou a ag\u00eancia. Procurada, a Petrobras n\u00e3o havia retornado at\u00e9 o fechamento desta nota.<\/p>\n<p><em>*com Estad\u00e3o Conte\u00fado<\/em><\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><script async src=\"https:\/\/connect.facebook.net\/pt_BR\/all.js#xfbml=1\"><\/script><br \/>\n<br \/><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/jovempan.com.br\/noticias\/economia\/com-demanda-maior-para-estoques-petrobras-raciona-diesel-com-cota-dia.html\">Fonte: Jovem Pan <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Petrobras passou a aplicar o sistema de \u201ccota-dia\u201d para o diesel, que fraciona o volume mensal contratado pelas distribuidoras em remessas di\u00e1rias, impedindo que empresas antecipem retiradas e formem estoques maiores \u00e0s v\u00e9speras de um prov\u00e1vel reajuste, informaram fontes ao Broadcast, sistema de not\u00edcias em tempo real do Grupo Estado. O aumento do pre\u00e7o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":1373,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"http:\/\/jpimg.com.br\/uploads\/2018\/04\/logo-jovempan-black.png","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1372","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-noticias"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1372","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1372"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1372\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1373"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1372"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1372"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1372"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}