{"id":1272,"date":"2026-02-23T14:00:50","date_gmt":"2026-02-23T14:00:50","guid":{"rendered":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/2026\/02\/23\/mercado-financeiro-reduz-previsao-da-inflacao-para-391\/"},"modified":"2026-02-23T14:00:50","modified_gmt":"2026-02-23T14:00:50","slug":"mercado-financeiro-reduz-previsao-da-inflacao-para-391","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/2026\/02\/23\/mercado-financeiro-reduz-previsao-da-inflacao-para-391\/","title":{"rendered":"Mercado financeiro reduz previs\u00e3o da infla\u00e7\u00e3o para 3,91%"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<p>Pela s\u00e9tima semana seguida, o \u00edndice para 2026 foi reduzido e permanece dentro da meta do BC<\/p>\n<div wp_automatic_readability=\"146.58058299205\">\n<div class=\"post_image\"><span class=\"image_fonte\">Marcelo Camargo\/Ag\u00eancia Brasil<\/span><picture><source media=\"(max-width: 799px)\" srcset=\"https:\/\/jpimg.com.br\/uploads\/2025\/08\/imagem-jvp-2025-08-25t132345.656-345x207.png\"><source media=\"(min-width: 800px)\" srcset=\"https:\/\/jpimg.com.br\/uploads\/2025\/08\/imagem-jvp-2025-08-25t132345.656-750x450.png\"><img decoding=\"async\" class=\"img-responsive type:primaryImage\" src=\"https:\/\/jpimg.com.br\/uploads\/2025\/08\/imagem-jvp-2025-08-25t132345.656-750x450.png\" alt=\"Pre\u00e7o dos alimentos e impacto da infla\u00e7\u00e3o\" id=\"zoom-img\"><br \/>\n                                        <\/source><\/source><\/picture><span class=\"image_credits\">A infla\u00e7\u00e3o \u00e9 o aumento generalizado e cont\u00ednuo dos pre\u00e7os de bens e servi\u00e7os em uma economia durante um per\u00edodo, resultando na perda do poder de compra da moeda. <br \/><\/span><\/div>\n<p><?xml encoding=\"UTF-8\"???><\/p>\n<p>A previs\u00e3o do mercado financeiro para o \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA) \u2013 refer\u00eancia oficial da infla\u00e7\u00e3o no pa\u00eds \u2013 passou de 3,95% para 3,91% em 2026. A estimativa est\u00e1 no <strong>boletim Focus<\/strong> desta segunda-feira (23), pesquisa divulgada semanalmente, em Bras\u00edlia, pelo <strong>Banco Central (BC)<\/strong> com a expectativa de institui\u00e7\u00f5es financeiras para os principais indicadores econ\u00f4micos.<\/p>\n<p>Para 2027, a proje\u00e7\u00e3o da infla\u00e7\u00e3o se manteve em 3,8%. Para 2028 e 2029, as estimativas s\u00e3o de 3,5% para os dois anos.<\/p>\n<p>Pela s\u00e9tima semana seguida, a previs\u00e3o para a infla\u00e7\u00e3o de 2026 foi reduzida e se mant\u00e9m<strong> dentro do intervalo da meta para a varia\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os que deve ser perseguida pelo BC.<\/strong><\/p>\n<p>Definida pelo Conselho Monet\u00e1rio Nacional (CMN), a meta \u00e9 de 3%, com intervalo de toler\u00e2ncia de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior \u00e9 1,5% e o superior, 4,5%.<\/p>\n<h2><strong>Luz e gasolina<\/strong><\/h2>\n<p>Em janeiro, <strong>a alta dos pre\u00e7os da conta de luz e da gasolina fez a infla\u00e7\u00e3o oficial do m\u00eas fechar em 0,33%,<\/strong> mesmo patamar de dezembro. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), o resultado levou o IPCA a acumular alta de 4,44% em 2025.<\/p>\n<h2><strong>Taxa Selic<\/strong><\/h2>\n<p>Para alcan\u00e7ar a meta de infla\u00e7\u00e3o, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa b\u00e1sica de juros (Taxa Selic),<strong> definida atualmente em 15% ao ano pelo Comit\u00ea de Pol\u00edtica Monet\u00e1ria (Copom) do BC.<\/strong><\/p>\n<p>Apesar do recuo da infla\u00e7\u00e3o e do d\u00f3lar, o colegiado n\u00e3o mexeu nos juros pela quinta vez seguida na \u00faltima reuni\u00e3o, no fim de janeiro.<\/p>\n<p>A taxa est\u00e1 no maior n\u00edvel desde julho de 2006, quando se situou em 15,25% ao ano. Em ata, o Copom confirmou que come\u00e7ar\u00e1 a reduzir os juros na reuni\u00e3o de mar\u00e7o, caso a infla\u00e7\u00e3o se mantenha sob controle e n\u00e3o haja surpresas no cen\u00e1rio econ\u00f4mico. Ainda assim, os juros ser\u00e3o mantidos em n\u00edveis restritivos.<\/p>\n<p>A estimativa dos analistas de mercado para a taxa b\u00e1sica foi reduzida nesta edi\u00e7\u00e3o do Boletim Focus \u2013 de 12,25% ao ano para 12,13% ao ano at\u00e9 o final de 2026. Para 2027 e 2028, a previs\u00e3o \u00e9 que a Selic seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente. Em 2029, a taxa deve chegar a 9,5% ao ano.<\/p>\n<h2><strong>Juros<\/strong><\/h2>\n<p>Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade \u00e9 conter a demanda aquecida; isso causa reflexos nos pre\u00e7os porque os juros mais altos encarecem o cr\u00e9dito e estimulam a poupan\u00e7a. Assim, <strong>taxas<\/strong> <strong>mais altas tamb\u00e9m podem dificultar a expans\u00e3o da economia.<\/strong><\/p>\n<p>Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimpl\u00eancia, lucro e despesas administrativas.<\/p>\n<p>Quando a Taxa Selic \u00e9 reduzida a tend\u00eancia \u00e9 que o cr\u00e9dito fique mais barato, com incentivo \u00e0 produ\u00e7\u00e3o e ao consumo, diminuindo o controle sobre a infla\u00e7\u00e3o e estimulando a atividade econ\u00f4mica.<\/p>\n<h2><strong>PIB e c\u00e2mbio<\/strong><\/h2>\n<p>Nesta edi\u00e7\u00e3o do boletim do Banco Central, a estimativa das institui\u00e7\u00f5es financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano passou de 1,8% para 1,82%. Para 2027, a proje\u00e7\u00e3o para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e servi\u00e7os produzidos no pa\u00eds) ficou em 1,8%. Para 2028 e 2029, o mercado financeiro estima expans\u00e3o do PIB em 2% para os dois anos.<\/p>\n<p>Puxada pelas expans\u00f5es da ind\u00fastria e da agropecu\u00e1ria,<strong> no terceiro trimestre de 2025 a economia brasileira cresceu 0,1%<\/strong>, o que \u00e9 considerado pelo IBGE como estabilidade. A divulga\u00e7\u00e3o do PIB consolidado de 2025 est\u00e1 agendada para 3 de mar\u00e7o.<\/p>\n<p>Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expans\u00e3o desde 2021 quando alcan\u00e7ou 4,8%.<\/p>\n<p><strong>A previs\u00e3o da cota\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar est\u00e1 em R$ 5,45 para o fim deste ano<\/strong>. No fim de 2027, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,50.<\/p>\n<p>*Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><script async src=\"https:\/\/connect.facebook.net\/pt_BR\/all.js#xfbml=1\"><\/script><br \/>\n<br \/><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/jovempan.com.br\/noticias\/economia\/mercado-financeiro-reduz-previsao-da-inflacao-para-391.html\">Fonte: Jovem Pan <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pela s\u00e9tima semana seguida, o \u00edndice para 2026 foi reduzido e permanece dentro da meta do BC Marcelo Camargo\/Ag\u00eancia Brasil A infla\u00e7\u00e3o \u00e9 o aumento generalizado e cont\u00ednuo dos pre\u00e7os de bens e servi\u00e7os em uma economia durante um per\u00edodo, resultando na perda do poder de compra da moeda. A previs\u00e3o do mercado financeiro para [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":1273,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"https:\/\/jpimg.com.br\/uploads\/2025\/08\/imagem-jvp-2025-08-25t132345.656.png","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1272","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-noticias"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1272","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1272"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1272\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1273"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1272"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1272"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistacomercio.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1272"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}