O radar corporativo desta segunda-feira (15) traz o anúncio de fechamento de duas unidades nos Estados Unidos pela JBS (BDR: JBSS32).
Axia Energia (AXIA3) aprova resgate de 576.923 ações preferenciais classe “C”.
A Iochpe-Maxion, por sua vez, aprova debêntures no valor de R$ 400 milhões.
Confira mais destaques:
A JBS, maior produtora global de carnes, anunciou nesta sexta-feira o fechamento de duas unidades de produção nos Estados Unidos, na Pensilvânia e no Tennessee, como parte de ajustes para fortalecer suas operações no país.
As unidades afetadas incluem uma planta de carne bovina em Souderton, na Pensilvânia, e uma unidade de produtos de valor agregado em Memphis, no Tennessee, segundo comunicado da empresa.
Iochpe-Maxion (MYPK3)
O Conselho de Administração da Iochpe-Maxion (MYPK3) aprovou a realização da 17ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, no valor de R$ 400 milhões.
Axia Energia (AXIA3)
A Axia Energia (AXIA3) aprovou o resgate de 576.923 ações preferenciais classe “C” (PNCs) de sua própria emissão, equivalente a R$ 30 milhões e 0,0951% desta classe de ação.
A C&A informou que recebeu, em 12 de junho, uma comunicação do Norges Bank sobre uma alteração em sua participação acionária na companhia. O comunicado foi divulgado em cumprimento às regras da Resolução CVM 44/2021. A empresa não detalhou, nesse documento, o novo percentual de participação.
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A Light informou que recebeu uma nova comunicação da Itaú Unibanco Asset Management esclarecendo que, após a revisão dos critérios de consolidação das posições dos fundos sob sua gestão, a participação em ações da companhia nunca atingiu 5% do capital. Com isso, não houve configuração de participação acionária relevante, nos termos da Resolução CVM 44/2021. A gestora também reiterou que sua posição não tem o objetivo de influenciar o controle ou a administração da empresa.
SLC Agrícola (SLCE3)
A SLC Agrícola informou que a avaliação independente de suas terras, incluindo as áreas vinculadas a acordos com fundos de investimento (FIPs), totalizou R$ 13,53 bilhões em 2026. O levantamento, realizado pela Deloitte, apontou valorização de 1,0% no valor médio do hectare agricultável em relação à avaliação anterior, para R$ 59.534 por hectare.