Às vésperas da estreia na Nasdaq, PicPay registra demanda de US$ 3 bilhões

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    Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, a demanda pelas ações da empresa já equivale a cerca de seis vezes a oferta prevista, de US$ 500 milhões

    EFE/EPA/JOHN TAGGARTNova York (Estados Unidos), 05/08/2024.- Pessoas passam pela Nasdaq em Nova York, EUA, 5 de agosto de 2024. Os índices dos EUA caíram na abertura, enquanto os mercados de ações em todo o mundo estão em declínio devido a grandes vendas, enquanto os investidores continuam para reagir a um relatório divulgado na semana passada pelo Bureau of Labor Statistics dos Estados Unidos, que mostra que a taxa de desemprego nos Estados Unidos aumentou para 4,3% em julho de 2024. (Estados Unidos, Nova York) EFE/EPA/JOHN TAGGART
    O IPO da PicPay será o primeiro de uma empresa brasileira em Nova York desde o Nubank, em dezembro de 2021

    A dois dias da estreia na Nasdaq, em Nova York, a abertura de capital da fintech PicPay já registra forte interesse do mercado.

    A demanda pelas ações da empresa alcançava cerca de seis vezes o volume ofertado, de US$ 500 milhões, somando aproximadamente US$ 3 bilhões em pedidos, segundo informações do jornal O Estado de S. Paulo.

    Controlado pela holding dos irmãos Joesley e Wesley Batista, o PicPay deve iniciar a negociação de seus papéis nesta quinta-feira (29), em uma das ofertas mais aguardadas do setor financeiro brasileiro no exterior.

    Segundo o jornal, banqueiros da Brasil e dos EUA avaliam que o preço da ação pode ser fixado do meio para o topo da faixa indicativa, estabelecida entre US$ 16 e US$ 19.

    A definição do valor ocorrerá nesta quarta-feira (28), após o fechamento do mercado em Nova York. Segundo fontes, a maior parte da demanda tem partido de fundos long only, com estratégia de longo prazo, além de investidores especializados em tecnologia e fintechs.

    A expectativa é que o IPO, a oferta pública inicial de ações, do PicPay movimente cerca de US$ 500 milhões, marcando a primeira abertura de capital de uma empresa brasileira em Nova York desde o Nubank, em dezembro de 2021.

    Ainda de acordo com o jornal, caso os papéis sejam vendidos no topo da faixa indicativa, a fintech poderá chegar a Wall Street avaliada em aproximadamente US$ 2,6 bilhões.





    Fonte: Jovem Pan