Alckmin diz que acordo UE-Mercosul pode impulsionar investimento no bloco sul-americano

    Relacionados

    Compartilhe


    Ministro disse que acordo deve entrar em vigor ainda este ano e é benéfico para o Mercosul porque 30% dos exportadores brasileiros embarcam para a UE, sendo o segundo maior parceiro comercial

    O vice-presidente do Brasil e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MIDC), Geraldo Alckmin, comentou nesta sexta-feira (9) sobre a aprovação do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia. Segundo ele, a expectativa é que o acordo entre em vigor ainda neste ano e a situação é um “ganha-ganha”, já que fortalece o multilateralismo e permite o comércio de produtos mais baratos e de melhor qualidade.

    “Nossa expectativa é que façamos ainda neste semestre e não precisemos dos outros”, disse o vice-presidente sobre a implantação do acordo. Apesar do aval, ainda é necessário a aprovação do Parlamento Europeu para que o acordo realmente seja concretizado, assim como também é necessária a assinatura do Congresso do Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. Os países sul-americanos só devem assinar o acordo depois do aval dos europeus.

    Se for aprovado, o acordo será assinado no dia 17 de janeiro no Paraguai. O acordo, que já é considerado como a maior zona de comércio livre do mundo, permitirá a redução de tarifas alfandegárias, facilitar o comércio de bens e serviços e incluir compromissos nos setores de propriedade intelectual.

    cta_logo_jp

    Siga o canal da Jovem Pan News e receba as principais notícias no seu WhatsApp!

    Alckmin destacou que o acordo deve impulsionar investimento no Mercosul, uma vez que 30% dos exportadores brasileiros embarcam para a UE, sendo o segundo maior parceiro comercial. “Trata-se do maior acordo comercial negociado pelo Mercosul e um dos maiores dentre aqueles pactuados pela União Europeia com parceiros comerciais”, destaca o ministério.

    Depois de 25 anos de tratativas, a União Europeia deu o aval, nesta sexta-feira (9), para aprovação do acordo comercial entre os dois blocos. A previsão de assinatura do acordo é no dia 17 de janeiro. A aprovação abre caminho para um dos maiores pactos de livre comércio do mundo, que envolve um mercado combinado de 718 milhões de pessoas e um PIB somado de US$ 22,4 trilhões, segundo o presidente.





    Source link